quinta-feira, 4 de abril de 2013

Fundo imobiliário anuncia pagamento de rendimentos e amortização; cotas disparam

Fundo imobiliário anuncia pagamento de rendimentos e amortização; cotas disparam

SÃO PAULO – A RB Capital informou nesta quinta-feira (4) que o fundo RB Capital Prime Realty I (RBPR11) recebeu, no último dia 3, os valores da distribuição de dividendos e, com isso, o fundo realizará o pagamento de rendimentos e amortização parcial das cotas seniores no 10º dia útil do mês de abril.

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Segundo a gestora, no próximo dia 12, cada cota sênior receberá R$ 0,1083 de rendimentos e R$ 12,25 de amortização. Será  utilizada a posição de titularidade de cotas no encerramento do dia 3 de abril de 2013.  Há pouco, as cotas do fundo eram negociadas com forte alta de 4,25%, a R$ 49,50. O volume de negócios estava em R$ 54 mil.

Em fato relevante do dia 28 de março, a RB Capital havia informado que não realizaria o pagamento dos dividendos e amortização no 10º dia útil porque não havia sido possível operacionalizar a distribuição de dividendos por parte de determinadas sociedades investidas pelo fundo, mesmo que alguns empreendimentos já tivessem gerado parte do caixa esperado. No mesmo dia, o gestor do fundo disse ao InfoMoney que os esforços da equipe ainda estavam concentrados em pagar os rendimentos na data pré-acordada – como de fato aconteceu.

No comunicado desta quinta, a gestora afirmou ainda que os valores referentes aos próximos pagamentos ordinários de rendimentos e amortização serão informados aos cotistas e ao Mercado no primeiro dia útil de cada mês, por meio da BM&FBovespa.



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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Fundo com imóveis locados ao BB tem rendimento "impactado positivamente" este mês

Fundo com imóveis locados ao BB tem rendimento "impactado positivamente" este mês

SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal, gestora do fundo imobiliário BB Fundo de Investimento Imobiliário Progressivo (BBFI11B), informou ao mercado nesta terça-feira (2), que no dia 28 de março o Banco do Brasil realizou o pagamento da diferença entre o valor do aluguel atual (pós-revisional) do imóvel Sede I e o vigente até então, retroativo a 30 de setembro de 2012, o que impactou "extraordinariamente e positivamente"  na distribuição de rendimentos que ocorrerá no dia 15 de abril. A Caixa ainda não informou qual valor será distribuído aos cotistas.

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Considerando que em fevereiro havia ocorrido o pagamento dos valores retroativos do imóvel CARJ pelo BB, o gestor aponta que que foi concluída "satisfatoriamente" a renegociação dos alugueis entre as partes e não há mais débitos do Banco do Brasil com o fundo.

agência Banco do Brasil 2

Ao todo, o Fundo recebeu os seguintes valores retroativos:

Imóvel Sede I: R$3.572.785,37, relativos ao período entre 30/09/2012 e 28/02/2013, pagos em março/13;

Imóvel CARJ:: R$1.393.609,31, relativos ao período entre 30/09/2012 e 31/01/2013, pagos em fevereiro/13.

Mesmo com a notícia, as cotas do fundo operam em queda na BM&FBovespa. Há pouco, a desvalorização era de 2,94%, com a cotação em R$ 4.754,07.

Sobre o fundo
O BB Progressivo tem atualmente em seu patrimônio dois empreendimentos locados ao Banco do Brasil: um edifício em Brasília, conhecido como "Edifício Sede I", e um bloco de edifícios administrativos interligados na cidade do Rio de Janeiro, no bairro do Andaraí (Imóvel CARJ). O BB Progressivo distribui rendimentos a seus cotistas mensalmente de forma bastante linear. O valor recebido pela locação dos imóveis ao BB é reajustável anualmente pelo IGP-M, deduzindo-se as despesas de funcionamento e administração do Fundo, além das eventuais despesas que competem ao Fundo em função da necessidade de reparos e/ou modernização dos empreendimentos.



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Fundo imobiliário da Caixa compra imóvel por R$ 6,8 milhões

Fundo imobiliário da Caixa compra imóvel por R$ 6,8 milhões

SÃO PAULO - O fundo imobiliário Caixa TRX Logística Renda (CXTL11) concluiu, no dia 27 de março de 2013, a compra do "imóvel Aspro", localizado na cidade de Campo Largo – PR. Segundo a Caixa Econômica, gestora do fundo, o terreno possui 10.492,64 m , com 4.577,94 m de área construída.

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Em comunicado divulgado ao mercado nesta quarta-feira (3), a Caixa informou que a aquisição havia sido aprovada na Assembléia Geral de Cotistas realizada dia 27 de dezembro de 2012. "Trata-se de uma operação de sale and leaseback, na qual o imóvel foi comprado, pelo Fundo, da empresa Aspro pelo valor de R$ 6.843.500, e locado à própria Aspro, pelo prazo de 10 anos pelo valor de aluguel inicial de R$ 68.435,00 mensais, corrigido anualmente pela variacao do Indice Nacional de Precos ao Consumidor Amplo - IPCA", diz o comunicado.

O imóvel é usado pela Aspro para armazenagem e fabricação de equipamentos para sistemas de compressão de gás natural.  Segundo a Caixa, os rendimentos da competência 04/2013, que serão distribuídos aos cotistas em 15 de maio, terão o impacto positivo do pagamento do aluguel parcial da Aspro pago pro rata die em 04/2013.

Já os rendimentos da competência 05/2013, que serão distribuídos aos cotistas em 14/06/13, sofrerão o impacto positivo do pagamento do aluguel total da Aspro em 05/2013.

Problemas com inquilino
O fundo Caixa TRX Logística Renda tem enfrentado problemas com um de seus inquilinos. Em março, a gestora informou que entrou com ação de despejo contra a locatária do "imóvel Ferla", a empresa L. Ferenczi Indústria e Comércio LTDA, por inadimplência. A ação foi proposta em 18 de fevereiro, com pedido de liminar.



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"Nunca vi um instrumento de renda tão eficiente', diz gestor sobre fundo imobiliário

"Nunca vi um instrumento de renda tão eficiente', diz gestor sobre fundo imobiliário

SÃO PAULO – Os fundos imobiliários permitem que o investidor tenha lucros de duas maneiras: com a valorização das cotas negociadas na bolsa e com o rendimento mensal distribuído aos cotistas, proveniente dos aluguéis pagos pelos locatários dos imóveis que pertencem ao fundo.

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Para o diretor comercial de clientes pessoa física da Rio Bravo Investimentos, Julio Ortiz, esta característica de renda dos FIIs é bastante interessante. "Em 30 anos de mercado, nunca vi um instrumento de renda tão eficiente. Todo mês cai um valor na sua conta sem que você precise fazer nenhum resgate", afirma. O executivo acrescenta que a renda é corrigida pela inflação, já que os aluguéis são corrigidos por índices de preços. "Isso faz com que seu poder de compra seja garantido".

 Julio Ortiz, diretor comercial de clientes pessoa física da Rio Bravo Investimentos (Divulgação)
Julio Ortiz, diretor comercial de clientes pessoa física da Rio Bravo Investimentos (Divulgação)

Ao mesmo tempo, ele lembra que apesar de ter uma renda todos os meses, os fundos imobiliários são investimentos de renda variável, já que o valor da cota pode aumentar ou diminuir. "É parecido com comprar uma ação que paga bons dividendos, mas a bolsa é mais volátil. Os fundos não oscilam tanto. Acho que os fundos são um pouco híbridos (entre renda fixa e renda variável)", afirma.

Crescimento e valorização nos últimos anos
O executivo lembra, mesmo tendo crescido nos últimos anos, até o final do ano passado, o patrimônio líquido da indústria de fundos imobiliários estava em cerca de R$ 25 bilhões, enquanto o patrimônio da indústria de fundos abertos (renda fixa, ações, multimercados, etc) ultrapassa os R$ 2,2 trilhões. "A diferença ainda é muito grande. É muito pouco dinheiro nos fundos imobiliários para absorver os clientes insatisfeitos da indústria de fundos abertos", afirma.

Ao mesmo tempo, ele lembra que os fundos imobiliários tiveram uma valorização grande recentemente, e existem muitos fundos que já estão caros. Por isso, o investidor deve fazer um trabalho de seleção cada vez mais detalhado. "Tem fundo que traz retornos de menos de 5% ao ano. Então o investidor precisa tomar cuidado. Temos visto pessoas comprando fundos por preços que nós não pagaríamos", alerta.

Segundo Ortiz, antes de comprar as cotas de um fundo imobiliário, o investidor deve analisar tanto a qualidade do gestor, como a qualidade do ativo (imóveis que fazem parte do portfólio do fundo). "É importante ter uma perspectiva de longo prazo. Pensar como enxerga aquele ativo daqui a 3,5,10 anos. Tudo isso você tem que levar em conta", diz.

A qualidade do inquilino que está locando aquele empreendimento também deve ser levada em consideração. "O risco de vacância (desocupação) existe para qualquer fundo. Você tem que analisar isso e questionar: será que terei dor de cabeça lá na frente?", aconselha.



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Gávea lança primeiro fundo imobiliário e quer captar R$ 200 milhões

Gávea lança primeiro fundo imobiliário e quer captar R$ 200 milhões

SÃO PAULO - A Gávea Investimentos, do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, está lançando o primeiro fundo imobiliário da gestora, com a previsão de captar R$ 200 milhões.

Serão emitidas 200 mil cotas, com valor unitário de R$ 1 mil. A quantidade de cotas poderá ser acrescida em até 15% do volume inicial no lote suplementar e em até 20% no lote adicional.

A aplicação mínima para os investidores é de R$ 100 mil.

O fundo tem como objetivo investir em ativos com lastro imobiliário, como cotas de fundos imobiliários, letras hipotecárias (LH) e de crédito imobiliário (LCI), além de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).

A Gávea criou a área imobiliária no início do ano passado, comandada pelo executivo Rossano Nonino, ex-Brazilian Capital. A gestora já possui fundos de investimento em participação (FIPs) com foco no setor imobiliário, já tendo investido em empresas ligadas ao setor como a Odebrecht Realizações Imobiliárias e a Aliansce Shopping Centers.

(Silvia Rosa | Valor)



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Rio cresce em direção ao Porto

O Globo, Rio Imóveis

Zona Portuária ganha empreendimentos de alto padrão e já se caracteriza como um espaço nobre do centro da cidade

Aos poucos, a Zona Portuária define seus contornos de um bairro nobre em pleno Centro da cidade. Com a inauguração do Museu de Arte do Rio (MAR), os cariocas começam a frequentar novamente a Praça Mauá ou até mesmo o Morro da Conceição, antes dois lugares pouco conhecidos pelos mais jovens. A Prefeitura, que iniciou a derrubada do viaduto da Perimetral, garante que até junho inaugura algumas avenidas do Binário e o Túnel da Saúde, o que certamente contribuirá para acabar com a imagem sombria e desabitada do Porto.

O presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), Alberto Silva, assegura, ainda, a conclusão das obras do Reservatório do Morro do Pinto, que terá capacidade de 15 milhões de litros de água e abastecerá toda a região. Com isso, a Zona Portuária se apronta para o uso intensivo do seu espaço. "No segundo semestre, começamos as obras de restauração dos morros da Saúde, Gamboa e Santo Cristo, da Igreja Nossa Senhora da Conceição da Prainha e iniciaremos as de construção das alças de acesso ao Binário, no entorno da rodoviária," informa.

Nesta semana, com o lançamento do Porto Atlântico, o primeiro complexo multiuso na região portuária do Rio de Janeiro, a Odebrecht Realizações deu o pontapé inicial para consolidar a área como novo polo de crescimento da cidade. O empreendimento reunirá, em um único espaço, prédios corporativos, comerciais, hoteleiros e lojas, ocupando dois terrenos de aproximadamente 16 mil e 12 mil m², onde serão construídos o Porto Atlântico Leste e o Porto Atlântico Oeste.

"O projeto é um marco da Odebrecht Realizações na trajetória de revitalização da região portuária. Apostamos em solu¬ções modernas que contribuem para a transformação da região no futuro centro comercial do Rio de Janeiro", diz Rogério Oliveira, diretor de incorporação da Odebrecht Realizações no Rio de Janeiro.

Outro lançamento, em abril deste ano, é o da Torre Carioca, da Concal Construtora. Terá duas torres de 120 metros de altura e 40 andares cada, para abrigar salas comerciais e lajes corporativas. "Está havendo um lançamento atrás do outro na Zona Portuária, o que comprova a expansão do mercado imobiliário da cidade naquela direção", destaca José Conde Caldas, presidente da Concal Construtora e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Para Rubem Vasconcelos, da Patrimóvel, se todas as estimativas se concretizarem, os empreendimentos no Porto Maravilha deverão ser comercializados com valores semelhantes ao da Barra da Tijuca, onde o metro quadrado comercial varia de R$ 9.500 a R$ 12 mil.

A João Fortes Engenharia também se prepara para as vendas do Porto 1 Rio Corporate, empreendimento que visa a atender as empresas de médio e grande porte na região. O novo empreendimento comercial da empresa terá oito pavimentos com espaços corporativos de 525 m² a 643m². Serão quatro unidades por pavimento, com possibilidade de interligação dos 32 espaços corporativos. Haverá ainda duas lojas, uma de 99 m² e outra de 481 m², no pavimento de acesso. "Para os executivos atletas haverá um bicicletário e um vestiário com chuveiro," adianta Luiz Henrique Rimes, da João Fortes.

A Even, por sua vez, vai erguer cinco torres de 150 metros de altura e 38 andares cada uma, em uma área total construída de cerca de 322 mil m²: o Trump Towers Rio. As obras das duas primeiras têm previsão de início no segundo semestre deste ano. "A Zona Portuária é hoje uma alternativa viável, sustentável e planejada de crescimento e expansão do Centro da cidade, já saturado e com poucos espaços disponíveis para grandes empreendimentos. Neste processo de revitalização, teremos a integração de moradia, lazer e trabalho", assinala Fabio Terepins, diretor da Even no Rio de Janeiro.

O primeiro prédio a ser ocupado será o Port Corporate Tower, da Tishman Speyer, que está em fase final de construção e deverá receber o habite-se em dezembro. Ele fica na Avenida Rio de Janeiro, em terreno de 13 mil m² de frente para o mar, que pertenceu ao antigo moinho Marilú. Serão 22 andares, dos quais 18 destinados a escritórios. "A região Portuária é a nova fronteira de desenvolvimento do mercado imobiliário da cidade, em razão das limitações geográficas do Centro", diz Daniel Cherman, presidente da Tishman Speyer.

 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Fundo imobiliário anuncia que não pagará rendimento na data prevista e cotas caem 6%

Fundo imobiliário anuncia que não pagará rendimento na data prevista e cotas caem 6%

SÃO PAULO - A RB Capital informou na última quinta-feira (28), que o fundo RB Capital Prime Realty I (RBPR11) não realizará o pagamento de rendimentos no 10º dia útil de abril - como havia sido informado em fato relevante no dia 1º de março. Há pouco, as cotas do fundo registravam forte queda de 6,32%, vendidas a R$ 59,01. O volume de negócios era de R$ 114 mil em 24 operações.

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De acordo com a gestora do fundo, não foi possível operacionalizar a distribuição de dividendos por parte de determinadas sociedades investidas pelo fundo, mesmo que alguns empreendimentos já tenham gerado parte do caixa esperado. A gestora informou ao InfoMoney que o problema é apenas operacional e que o projeto em que o fundo investe está performando normalmente.

Ainda segundo o gestor, a equipe está trabalhando para resolver o problema operacional que dificulta o pagamento na data estipulada anteriormente e os esforços são para que o fundo consiga pagar os cotistas até o 10º dia útil de abril - o que, se concretizado, será informado por meio de novo fato elevante.

No comunicado, a RB Capital informou que assim que os recursos forem recebidos pelo fundo, "será realizado o pagamento extraordinário de amortização e rendimentos das cotas seniores, nos termos do comunicado a ser oportunamente divulgado ao Mercado e a BM&FBovespa".

Sobre o fundo
O RB Capital Prime Realty I FII tem como objetivo investir, indiretamente via cota sênior, em um portfólio diversificado de empreendimentos imobiliários residenciais predefinidos, localizados em diferentes regiões do Brasil. O patrimônio do fundo está dividido em duas classes de cotas, ume sênior, que tem preferência no recebimento de rendimentos e amortização do principal, e outra subordinada. O fundo captou R$ 80 milhões em cotas sêniors e R$ 20 milhões em cotas subordinadas.



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