sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Gafisa reverte prejuízo com lucro de R$1 mi no 2o tri

sexta-feira, 10 de agosto de 2012 07:26 BRT

 

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Gafisa fechou o segundo trimestre com lucro líquido de 1 milhão de reais, revertendo resultado negativo de 31,8 milhões de reais no mesmo período do ano passado, anunciou a companhia nesta sexta-feira.

Dos cinco analistas que a Reuters tinha ouvido, quatro previam prejuízo de 21,3 milhões de reais e um estimava lucro de 16 milhões de reais.

O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização), em termos ajustados, teve um salto de 92 por cento na mesma base de comparação, para 148,7 milhões de reais.

Já a receita líquida aumentou 6 por cento entre o segundo trimestre de 2011 e o de 2012, para 1,04 bilhão de reais. A estimativa média de previsões dos analistas indicavam receita de 925,2 milhões e Ebitda de 98,1 milhões de reais.

A Gafisa entregou 34 projetos, em um total de 6.032 unidades, aumento de 38 por cento ante as 4.359 unidades entregues ao longo do segundo trimestre do ano passado. A estimativa de entregas para o ano é de 24 mil unidades.

As vendas contratadas consolidadas no segundo trimestre somaram 630,3 milhões de reais, crescimento de 54 por cento sobre os três primeiros meses do ano e queda de 45 por cento na comparação com o mesmo período de 2011.

(Por Diogo Ferreira Gomes)

 

 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Atraídos pelo aluguel

O Globo, George Vidor, 06/ago

Aluguéis de imóveis comerciais e residenciais têm rendido de 0,4% a 0,6% ao mês para investidores

 

Cerca de 20% a 25% de compradores de imóveis novos no Rio são hoje investidores interessados em alugá-los, tanto para uso comercial como para fins residenciais. Esse tipo de investimento, muito comum no passado, havia desaparecido diante da concorrência das altas taxas de juros oferecidas por produtos financeiros ou porque as leis do inquilinato acabaram afugentando do mercado potenciais locadores. A grande procura por andares, salas e lojas para fins comerciais foi o que inicialmente motivou o retorno desses investidores ao mercado imobiliário. Agora, também cresce o número de interessados no aluguel residencial.

 

No passado, o parâmetro para o aluguel mensal era de 1% do valor do imóvel ou do investimento realizado. Isso ficou para trás. O retorno mais factível oscila de 0,4% a 0,6% ao mês, o que é competitivo com os rendimentos dos títulos de renda fixa, CDBs etc. No ano passado, foram lançados 25 mil unidades no mercado imobiliário no Rio, sendo nove mil comerciais, um número recorde. Este ano, a previsão da Ademi, entidade que reúne as empresas do setor, é de 20 mil unidades, mantendo-se os comerciais na faixa de nove mil. Não entram nessa conta a construção de residências pelo programa Minha Casa, Minha Vida, destinado a famílias de um a dez salários mínimos de renda mensal.

 

Investimentos em infraestrutura (BRTs, metrô, trens suburbanos) vêm estimulando os incorporadores a construir em regiões mais afastadas do centro da cidade. Mas alguns bairros antes tradicionais para o aluguel (São Cristóvão, Tijuca, Botafogo) também voltaram a entrar no mapa. No entanto, a zona portuária é que ficará na vitrine nos próximos anos. O presidente da Ademi, Conde Caldas, prevê 30 projetos nessa região, sendo que de dez a 12 previstos para ser lançados até dezembro. A própria empresa dele é uma das incorporadoras que apostam na zona portuária.

 

O mercado de locação representa menos de 25% do total de imóveis no Brasil. Em outros países essa proporção chega a 45%.

 

 

 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Even tem queda de 26,3% no lucro líquido do 2º trimestre

 

 

Sérgio Spagnuolo

Da Reuters, no Rio de Janeiro

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A construtora e incorporadora Even teve lucro líquido de R$ 39,7 milhões no segundo trimestre, queda de 26,3% ante o resultado positivo de um ano antes, informou a companhia nesta terça-feira (7).

A geração de caixa medida pelo lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 85,98 milhões, 13% a mais que no segundo trimestre do ano passado.

A companhia entregou 13 projetos no primeiro semestre, em um total de R$ 1,1 bilhão em valor geral de vendas (VGV), considerando o preço de venda na época do lançamento, na parte Even. Esse resultado responde a 62% da expectativa para o ano.

No segundo trimestre, a parcela Even teve lançamentos de R$ 184,3 milhões, vendas de R$ 321,6 milhões e compras de terreno no valor de R$ 213 milhões em VGV.

 

 

Secovi-SP divulga dados sobre o mercado de imóveis novos

 

08/08/2012
Autor: Secovi
Fonte: Secovi

Mercado encerra o 1º semestre sem reação nos lançamentos, mas com bom nível de vendas na capital.

O primeiro semestre de 2012 terminou com retomada das vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo diante do volume de lançamentos. Tradicionalmente, o total comercializado entre janeiro e junho supera a quantidade de unidades lançadas no mesmo intervalo de tempo. A exceção deu-se em 2011, quando as vendas reagiram imediatamente ao processo de desaceleração da economia e os lançamentos, pela natureza do produto imobiliário, mantiveram o forte ritmo trazido do ano anterior, 2010.

Conforme apurado pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), as vendas de janeiro a junho na Capital totalizaram 11.981 unidades, diante das 11.680 registradas em igual período de 2011, um aumento de 2,6%.

O VGV (Valor Global de Vendas) deste primeiro semestre, atualizado pelo INCC-DI, foi de R$ 6 bilhões, contra os R$ 6,1 bilhões do mesmo período de 2011, o que significa a redução de 1,5%.

Equilíbrio entre Oferta e Demanda

No mês de junho, o total de unidades ofertadas na cidade de São Paulo ficou em 16.749 imóveis. Esse volume é 15% menor do que o percebido no final do segundo semestre de 2011 (19.731 unidades), o que confirma o equilíbrio entre oferta e demanda nesses primeiros seis meses de 2012.

Conforme apuração da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), foram lançadas 8.862 unidades de janeiro a junho deste ano. Em comparação com as 14.112 unidades do primeiro semestre de 2011, a queda foi de 37,2%.

Considerando a segmentação das vendas por números de dormitórios, os lançamentos ficaram assim divididos: 6.227 imóveis de dois quartos, com participação de 52% do total de unidades comercializadas no período. O nicho de três dormitórios ocupou a segunda colocação, com 3.601 unidades vendidas, ou 30,1% do acumulado no semestre.

Cabe observar que a participação do segmento de dois dormitórios no primeiro semestre deste ano cresceu diante do mesmo período de 2011, quando representou 40,3% do total vendido. Essa mudança explica, em parte, a redução de 1,5% do VGV acumulado no semestre em relação ao mesmo período de 2011.

Em volume de vendas, 8.743 unidades encontravam-se na fase de lançamento, ou seja, esses imóveis foram vendidos em período inferior a 180 dias contados do momento do lançamento no mercado. Essa fase, cujo esforço promocional com campanhas de propaganda na TV, rádio, e jornais, bem como em eventos nos estandes de vendas são maiores, respondeu por 73% das vendas de janeiro a junho. “Isso comprova a existência de demanda e a aderência dos produtos lançados ao mercado consumidor”, observa Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP.

A Velocidade de Vendas, indicador que mede o desempenho entre a comercialização e a oferta de imóveis novos em determinado período, resultou, nos últimos 12 meses, em VSO (Vendas Sobre Oferta) de 61,9% (julho de 2011 a junho de 2012) contra 56,7% (janeiro a dezembro de 2011).

Resultados de Junho

O mercado imobiliário na cidade de São Paulo demonstrou que a venda de imóveis novos continua aquecida e escoando as unidades dos empreendimentos lançados, além das unidades remanescentes dos meses anteriores.

Apesar de os resultados de vendas do mês, isoladamente, apresentarem recuo em relação a maio, com variação negativa de 32,3% (1.846 unidades em junho, e 2.728 unidades em maio), há a percepção de que o mercado está atravessando uma fase de ajuste, com manutenção da tendência de crescimento da comercialização no decorrer do segundo semestre do ano.

Considerações Finais

A economia brasileira continua em posição privilegiada em relação ao restante do mundo, e o País criou um milhão de novos postos de trabalho formais nos seis primeiros meses do ano. Apesar do prolongamento e agravamento da crise internacional, a expectativa é de que as condições internas permaneçam favoráveis, permitindo a travessia das turbulências com maior segurança.

“Mudanças governamentais como as que alteraram as regras de remuneração da poupança, possibilitando a redução da taxa Selic para o menor nível histórico, podem tornar o mercado imobiliário ainda mais interessante a investidores, comparativamente a outros ativos financeiros”, analisa Bernardes, completando que o fato de a Caixa e outros bancos aumentarem o prazo de financiamento para 35 anos permitirá a mais brasileiros o acesso ao primeiro imóvel.

Na avaliação do dirigente, a redução de lançamentos reflete o ajuste do mercado produtivo à realidade de demanda. Todavia, parte desta queda pode ser creditada a uma série de fatores, como dificuldades de aprovação de projetos em função de ser ano de revisão do Plano Diretor, falta de estoques de outorga onerosa, burocracia no licenciamento de novos projetos e a fundamental necessidade de clareza e simplificação das leis que tratam dos assuntos imobiliários. “A persistirem tais situações, poderá haver, efetivamente, um desequilíbrio entre oferta e demanda”, assevera Bernardes. Dados atualizados até abril acerca de aprovação de projetos residenciais registram uma redução superior a 18% no número de unidades licenciadas na cidade.

Além disso, o volume de conjuntos comerciais lançados saltou de 2.264 unidades acumuladas no primeiro semestre de 2011 para 2.616 unidades no mesmo período deste ano, o que representa aumento de 15,5%. “Esse crescimento contribuiu para diversificar os investimentos dos empreendedores em novos lançamentos, além do residencial”, aposta Emílio Kallas, vice-presidente de Incorporação Imobiliária e Terrenos Urbanos do Secovi-SP.

Diante desse cenário, a expectativa do setor é de encerrar o ano com crescimento de vendas de 10% de novas unidades em relação ao volume de 2011, equivalente a 31 mil unidades comercializadas.

A tendência é de os lançamentos apresentarem queda de 21%, com 30 mil unidades ofertadas, das quais 70% a serem lançadas no segundo semestre.

Para concluir, o mercado imobiliário considerou positiva a proposta de informatização do Departamento de Aprov, da Secretaria Municipal de Habitação. “Assim, os licenciamentos serão mais ágeis, eficientes e transparentes”, conclui Bernardes.

 

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Ações por inadimplência em condomínios de SP cresce 28,19% em julho

Autor: Gladys Ferraz Magalhães
Fonte: InfoMoney

Segundo Grupo Hubert, no mês passado, foram ajuizadas 996 ações, enquanto no mês anterior 777 haviam sido registradas.

SÃO PAULO – O número de ações por falta de pagamento de condomínio na cidade de São Paulo cresceu 28,19% no mês de julho.

De acordo com levantamento realizado pelo Grupo Hubert e divulgado nesta terça-feira (7), no mês passado, foram ajuizadas 996 ações, contra 777 registradas em junho.

No acumulado do ano, entre janeiro e julho, em relação a igual período de 2011, o acréscimo é de 11,96%, passando de 5.636 registros para 6.310 registros este ano.

Panorama

De acordo com o diretor do Grupo Hubert, Hubert Gebara, os resultados acompanham o aumento da inadimplência em outros setores da economia. “Síndicos precisam continuar reforçando a cobrança”, ressalta.

Na tabela abaixo é possível observar o número mensal de ações registradas nos últimos 12 meses:

Mês/Ano ao mês anterior

Ações

Variação frente

ago/11

877

-6,40%

set/11

1.004

14,48%

out/11

978

-2,59%

nov/11

873

-10,74%

dez/11

579

-33,68%

jan/12

888

53,36%

fev/12

911

2,60%

mar/12

1.189

30,52%

abr/12

531

-55,30%

mai/12

1.010

91,70%

jun/12

777

-23,67%

jul/12

996

28,12%

 

 

Odebrecht e Accor firmam parceria para 3 novos hotéis em SP

 

Autor: Vivian Pereira
Fonte: Reuters

A capital paulista receberá o principal projeto da parceria com a construção de um complexo hoteleiro na região da Barra Funda.

São Paulo – O aumento da demanda, combinado à baixa oferta de novos empreendimentos em São Paulo, levou o braço imobiliário da Odebrecht a apostar na construção de três novos hotéis no estado, em parceria com a Accor, maior grupo hoteleiro do mundo, com Valor Geral de Vendas (VGV) total de 258 milhões de reais.

A capital paulista receberá o principal projeto da parceria com a construção de um complexo hoteleiro na região da Barra Funda, o primeiro no Brasil com a nova marca do grupo Accor, a Ibis Styles (antiga All Seasons).

Com foco em hóspedes corporativos, o empreendimento tem VGV de 103 milhões de reais e contará com 308 quartos, com a conclusão prevista para novembro de 2015. Além do hotel, estão previstos no complexo uma torre de escritórios e outra residencial, além de um shopping center.

“Hotelaria é uma oportunidade em São Paulo… a demanda é muito forte e existe carência de novos quartos”, disse o diretor regional da Odebrecht Realizações Imobiliárias, Paulo Melo.

As companhias anunciaram ainda dois novos empreendimentos em Santos, no litoral de São Paulo: Novotel Legend e ibis Valongo, com VGV de 85 milhões e 70 milhões de reais, respectivamente, e conclusão estimada para abril de 2015 e janeiro de 2016.

Os projetos, cujos recursos sairão do caixa da Odebrecht, serão vendidos a investidores. Para a construção, a companhia deve recorrer a uma linha de financiamento voltada ao mercado imobiliário, ainda em negociação.

“Existe uma carência de novos hotéis em São Paulo…ficamos muito tempo sem nada ser apresentado”, afirmou o diretor de desenvolvimento da Accor para a América Latina, Abel Castro. “Existe uma oportunidade muito grande em São Paulo”.

Segundo ele, seria necessária a inauguração de 18 novos hotéis a cada ano para acompanhar o atual ritmo de crescimento da demanda.

A parceria, por meio da qual a Odebrecht já possui três hotéis na Bahia, encerra um hiato de dez anos sem lançar empreendimentos hoteleiros na cidade de São Paulo.

Com portfólio de 15 hotéis no país, 9 deles já lançados com VGV total de 1,075 bilhão de reais, a Odebrecht Realizações Imobiliárias elegeu o modelo de “complexo multiuso” como estratégia para se diferenciar no segmento hoteleiro e driblar a escassez de terrenos bem localizados nas grandes cidades.

“Acreditamos no modelo de desenvolvimento imobiliário de cidade compacta, com lojas, escritórios e hotel no mesmo local”, disse Melo. “Isso cria valor e conveniência”. Embora com variações, os três novos empreendimentos anunciados nesta terça-feira integram este formato.

“Comprar terreno bem localizado em São Paulo apenas para construção de um hotel é uma equação difícil”, acrescentou o executivo. “A ideia é equilibrar o mix do projeto com empreendimentos múltiplos”.

Ainda segundo Melo, o braço imobiliário da Odebrecht deve anunciar outros dois empreendimentos hoteleiros na capital paulista até o final do ano.

Em 2011, a Odebrecht Realizações Imobiliárias apresentou lançamentos da ordem de 3 bilhões de reais e apurou faturamento de 1,5 bilhão de reais.

 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Comissão barra mais prédios na Faria Lima

Autor: Evandro Spinelli
Fonte: Folha de São Paulo

Pedido do prefeito Gilberto Kassab (PSD) para negociar novos títulos com o setor imobiliário é vetado pela CVM.

Parte do dinheiro seria usada na construção de uma linha do metrô ligando Lapa e Moema; prefeitura vai recorrer.

A CVM, órgão do governo federal que regula operações em bolsa de valores, não autorizou a Prefeitura de São Paulo a vender novos títulos imobiliários que permitiriam mais prédios na área da avenida Brigadeiro Faria Lima.

A decisão, além de frear a expansão imobiliária de uma das regiões mais valorizadas da capital, pode jogar uma pedra sobre as pretensões do prefeito Gilberto Kassab (PSD) de cumprir promessa de campanha de repassar R$ 1 bilhão para o Metrô no seu mandato, que acaba este ano.

A venda dos novos títulos, denominados Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção), foi autorizada pela Câmara em dezembro. Porém, como eles são vendidos em bolsa de valores, a operação depende de autorização da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Os títulos são negociados com o setor imobiliário, que, em troca, pode construir acima dos limites previstos no Plano Diretor ou modificar o uso do imóvel (residencial para comercial, por exemplo). O dinheiro financia a Operação Urbana Faria Lima, plano de requalificação da área.

A CVM diz que a definição da quantidade de Cepacs tem de ocorrer na criação da operação, e vir acompanhada de um estudo de viabilidade.

Depois, esse número não pode mais ser alterado. Em 2004, quando a operação urbana foi criada, a previsão era de 650 mil Cepacs -Kassab queria lançar mais 350 mil. A prefeitura vai recorrer.

Adensamento

No último leilão, em 2004, cada Cepac foi vendido por R$ 4.000. Se o preço fosse mantido, a prefeitura poderia arrecadar R$ 1,4 bilhão.

Kassab havia afirmado que destinaria R$ 1 bilhão para a construção da linha 20-rosa (Lapa-Moema) do metrô. Sem isso, ele agora precisará tirar recursos de outras áreas.

Para muitos, a região da Faria Lima já está saturada e não comporta mais prédios. Claudio Bernardes, presidente do Secovi (sindicato do setor imobiliário), diz que há demanda e que o mercado espera os títulos para programar futuros investimentos.

Para ele, além de escritórios, a região pode receber moradias. Com as pessoas morando perto do trabalho, o trânsito iria melhorar, não piorar como muitos temem, diz.

Para Renato Cymbalista, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, a área precisa de moradias pequenas, compactas, com pouca ou nenhuma vaga de garagem, para quem trabalha na região. “Do jeito que o Cepac está sendo usado, o destino seria mais escritórios padrão triplo A [alto luxo], aumentando as distorções da cidade.”