sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Desvalorização de fundos imobiliários os tornou atrativos?

21/08/2013
Autor: Julia Wiltgen 
Fonte: Exame.com


Em cenário econômico incerto, investimento em fundos imobiliários têm risco de vacância e mais desvalorização, mas pode garantir bom retorno com aluguéis.

São Paulo – O IFIX, índice da Bolsa que acompanha o desempenho dos fundos imobiliários mais negociados, caiu 12% neste ano. A alta do dólar e a perspectiva de aumento na taxa básica de juros aumentaram a turbulência do atual momento, deixando o futuro desse investimento ainda mais incerto. Mas essa queda pode justamente ter aberto uma boa oportunidade para os investidores interessados em obter renda com aluguéis.

Essa é a crença da gestora Rio Bravo, que tinha perspectivas otimistas para os fundos imobiliários em julho, mas que agora admite que as incertezas cresceram. Porém, o preço mais baixo das cotas favorece quem busca retorno com aluguéis com vistas a prazos mais longos, uma vez que os valores dos aluguéis permanecem os mesmos, mesmo com as flutuações nos preços das cotas.

A questão agora, diz o diretor de investimentos imobiliários José Diniz, é buscar os fundos que tenham imóveis de boa qualidade e que não estejam ameaçados por altas taxas de vacância. “Os fundos imobiliários podem até comprar e vender imóveis, mas seu negócio principal é a locação. A vacância, principalmente na cidade de São Paulo, tem aumentado substancialmente, principalmente nos galpões logísticos e nas lajes corporativas”, diz.

Diniz explica que esse aumento de vacância se deve à entrega de uma quantidade grande de novos escritórios de alto e médio padrão – 600 mil metros quadrados estimados só para 2013, diz ele – combinada a uma absorção pequena desse estoque pelo mercado – estimativa de apenas 200 mil metros quadrados, afirma. “A maioria dos fundos ainda tem conseguido manter seus imóveis locados. Mas aí vai muito da qualidade do imóvel, o cotista deve ficar de olho nisso”, diz José Diniz.

Julho viu recuperação, mas agosto traz insegurança

Em seu relatório de julho, a Rio Bravo vislumbrou uma possibilidade de recuperação para os fundos imobiliários com base não em fatores macroeconômicos, mas sim na própria qualidade dos fundos. O relatório destaca o fato de que, em julho, houve uma diminuição do número de fundos com taxa interna de retorno negativa, dentre os fundos acompanhados pela Rio Bravo. A taxa interna de retorno é o rendimento total do fundo, unindo-se desempenho das cotas e aluguéis distribuídos.

A Rio Bravo desenvolveu um índice próprio para acompanhar o mercado, parecido com o IFIX, mas que exclui fundos que investem apenas em cotas de outros fundos, fundos de desenvolvimento imobiliário (de construção de imóveis) e fundos de papéis de renda fixa atrelados ao mercado imobiliário, os chamados fundos de recebíveis, ou fundos de papel. Seu desempenho no ano também tem sido similar ao do IFIX.

Dos fundos que compõem esse índice, 67 tiveram retorno negativo de janeiro a junho, enquanto que de janeiro a julho o número foi de 62. Entre os fundos que tiveram retorno superior a 3%, houve um aumento de seis fundos de janeiro a junho para 14 de janeiro a julho.

No mês passado, a Rio Bravo atribuía a desvalorização nas cotas dos principais fundos à migração dos investidores para os títulos do Tesouro NTN-B, que pagam juros acima da inflação. Isso porque, com as recentes elevações na taxa Selic, o juro acima da inflação pago pelas NTN-Bs ofertadas no mercado também se elevou, o que as tornou atrativas para os investidores que as comprassem naquele momento. A NTN-B é o investimento de renda fixa que se compara melhor aos fundos imobiliários, por seu rendimento também ser corrigido pela inflação.

Segundo o relatório, no fim de julho as perspectivas de futuros aumentos na Selic já teriam sido incorporadas às taxas pagas pelas NTN-B, que não deveriam se tornar ainda mais atrativas, portanto. Para a gestora, os fatores econômicos deixariam de ser a principal influência sobre o desempenho dos fundos imobiliários no curto prazo, para passar a ser fatores próprios do mercado imobiliário, como valor da locação, reajustes de aluguel, taxas de vacância e eventuais renegociações de contratos.

A esperança em julho era de uma estabilização do mercado. Mas o cenário mudou. “Nos últimos dias voltou a haver muita volatilidade no mercado, os juros das NTN-Bs voltaram a subir e o dólar chegou a 2,40 reais”, explica José Diniz.

Embora o mercado mantenha, desde junho, a expectativa de que 2013 termine com a taxa básica de juros a 9,25% ao ano, a recente disparada do dólar pode modificar essas previsões, uma vez que a alta da Selic ajuda a conter a desvalorização do real frente à moeda americana. Se for o caso, o juro pago pelas NTN-Bs e o rendimento da renda fixa em geral se tornarão ainda mais atrativos, incentivando uma fuga ainda maior dos investidores dos fundos imobiliários e derrubando os preços das cotas.

Mas para José Diniz, isso pode representar uma boa oportunidade para quem deseja obter renda com aluguéis no longo prazo. Isso porque quanto mais o valor das cotas cai, mais atrativo se torna o rendimento pago pelos fundos, proporcionalmente. “Se você comprar uma cesta dos fundos que compõem o índice da Rio Bravo, por exemplo, você recebe uma rentabilidade aproximada de 8,4% ao ano, isento de imposto de renda. Seria o mesmo que ganhar 10,5% ao ano na renda fixa, ou 125% do CDI”, explica José Diniz.

É claro que há o risco de maior desvalorização nas cotas, o que pode neutralizar ou até anular esse ganho. Portanto, essa estratégia é voltada para quem crê numa recuperação da economia e da atratividade do mercado imobiliário no longo prazo. Além disso, é fundamental que os imóveis da carteira tenham qualidade e que não estejam ameaçados pelo fantasma da vacância. E o mercado desses fundos está bastante concentrado em São Paulo.

 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Desvalorização de fundos imobiliários os tornou atrativos?

Desvalorização de fundos imobiliários os tornou atrativos?

Edifício em construção

São Paulo – O IFIX, índice da Bolsa que acompanha o desempenho dos fundos imobiliários mais negociados, caiu 12% neste ano. A alta do dólar e a perspectiva de aumento na taxa básica de juros aumentaram a turbulência do atual momento, deixando o futuro desse investimento ainda mais incerto. Mas essa queda pode justamente ter aberto uma boa oportunidade para os investidores interessados em obter renda com aluguéis.

Essa é a crença da gestora Rio Bravo, que tinha perspectivas otimistas para os fundos imobiliários em julho, mas que agora admite que as incertezas cresceram. Porém, o preço mais baixo das cotas favorece quem busca retorno com aluguéis com vistas a prazos mais longos, uma vez que os valores dos aluguéis permanecem os mesmos, mesmo com as flutuações nos preços das cotas.

A questão agora, diz o diretor de investimentos imobiliários José Diniz, é buscar os fundos que tenham imóveis de boa qualidade e que não estejam ameaçados por altas taxas de vacância. "Os fundos imobiliários podem até comprar e vender imóveis, mas seu negócio principal é a locação. A vacância, principalmente na cidade de São Paulo, tem aumentado substancialmente, principalmente nos galpões logísticos e nas lajes corporativas", diz.

Diniz explica que esse aumento de vacância se deve à entrega de uma quantidade grande de novos escritórios de alto e médio padrão – 600 mil metros quadrados estimados só para 2013, diz ele – combinada a uma absorção pequena desse estoque pelo mercado – estimativa de apenas 200 mil metros quadrados, afirma. "A maioria dos fundos ainda tem conseguido manter seus imóveis locados. Mas aí vai muito da qualidade do imóvel, o cotista deve ficar de olho nisso", diz José Diniz.

Julho viu recuperação, mas agosto traz insegurança

Em seu relatório de julho, a Rio Bravo vislumbrou uma possibilidade de recuperação para os fundos imobiliários com base não em fatores macroeconômicos, mas sim na própria qualidade dos fundos. O relatório destaca o fato de que, em julho, houve uma diminuição do número de fundos com taxa interna de retorno negativa, dentre os fundos acompanhados pela Rio Bravo. A taxa interna de retorno é o rendimento total do fundo, unindo-se desempenho das cotas e aluguéis distribuídos.

A Rio Bravo desenvolveu um índice próprio para acompanhar o mercado, parecido com o IFIX, mas que exclui fundos que investem apenas em cotas de outros fundos, fundos de desenvolvimento imobiliário (de construção de imóveis) e fundos de papéis de renda fixa atrelados ao mercado imobiliário, os chamados fundos de recebíveis, ou fundos de papel. Seu desempenho no ano também tem sido similar ao do IFIX.

Dos fundos que compõem esse índice, 67 tiveram retorno negativo de janeiro a junho, enquanto que de janeiro a julho o número foi de 62. Entre os fundos que tiveram retorno superior a 3%, houve um aumento de seis fundos de janeiro a junho para 14 de janeiro a julho.



Alexandre Assolini
PMKA Advogados

sábado, 17 de agosto de 2013

Estoque de renda fixa cresce 5,7% em 1 ano, mostra Cetip

Estoque de renda fixa cresce 5,7% em 1 ano, mostra Cetip

SÃO PAULO – O estoque de renda fixa da Cetip apresentou crescimento de 5,7% no período que compreende julho de 2012 à julho de 2013. De acordo com dados da instituição, em julho de 2012, o estoque acumulava R$ 2,274 trilhões, número que passou para R$ 2,403 trilhões no mesmo mês deste ano.

Acompanhe a cotação de todos os fundos imobiliários negociados na BM&FBovespa

Dentre os ativos incluídos no levantamento, as debêntures apresentaram crescimento de 22,5%, saindo de um estoque de R$ 452 bilhões em julho de 2012 para R$ 563 bilhões em julho de 2013. "Com o cenário macro econômico atual, somado ao incentivo do governo para emissões de debêntures de infraestrutura, configuram um ambiente propício para novas emissões desses títulos", afirma a Cetip.

O estoque das debêntures cresceu 22,5% no últimos doze meses, segundo dados da Cetip (Getty Images)
O estoque das debêntures cresceu 22,5% no últimos doze meses, segundo dados da Cetip (Getty Images)

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No segmento de estoques imobiliários, os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) foram os que apresentaram maior crescimento em doze meses (50%). Já as CCIs (Cédula de Crédito Imobiliário) e as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) apresentaram incrementos de 12% e 38,6%, respectivamente.

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Nos estoques agrícolas que levam em conta LCAs (Letra de Crédito do Agronegócio), CRAs (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) e CDCAs (Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio), o crescimento foi de 28,4%. "Equivalentes dos ativos imobiliários, os títulos do agronegócio ainda não possuem o mesmo sucesso. Ainda assim, observa-se um ligeiro crescimento no estoque, quando comparado ao mesmo período do ano anterior", afirma a instituição.

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Quedas
Em contrapartida às altas demonstradas, uma classe que sofreu queda no estoque foi a de CDBs (Certificado de Depósito Bancário), cujos estoques sofreram queda de 11,24%, enquanto os DPGEs (Depósito a Prazo com Garantia Especial) ficaram estáveis. O estoque de títulos de captação bancária ficou praticamente estável, com alta de 0,01%, puxado pelas LFs (Letras Financeiras), que subiram 37,32% nos últimos doze meses.

"Dentre os produtos de Captação Bancária, nota-se uma correlação negativa na evolução do volume em estoque de CDBs e de LFs. Isto nos leva a observar uma provável migração parcial do volume de CDBs pra LFs, em especial entre os investidores institucionais", explica a Cetip.

Por último, o estoque de DI foi o que registrou a maior queda (4,6%) nos últimos doze meses.


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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Classificação BBB é atribuída a CRI da Brazilian Securities

Fonte: Uqbar

Classificação BBB é atribuída a CRI da Brazilian Securities

A Fitch atribuiu a classificação de risco preliminar 'BBB(exp)sf(bra)' à proposta de emissão de CRI da Brazilian Securities Companhia de Securitização, em montante nominal de R$ 50,0 milhões. Ao mesmo tempo, a classificação foi colocada em Observação Positiva. A operação será lastreada por uma CCB emitida pela Alphaville Urbanismo e originada pela Companhia Hipotecária Brasileira. Portanto, a classificação de risco do CRI se apoia na qualidade de crédito da Alphaville, atualmente controlada pela Gafisa, como devedora da CCB, além da cessão fiduciária de recebíveis de dois projetos de loteamento com obras concluídas e o casamento entre as taxas de juros e correção monetária do ativo e do passivo. O principal é corrigido mensalmente pelo IPCA, e a taxa de juros será determinada em processo de bookbuilding. A Observação Positiva contempla a venda da Alphaville para duas empresas de private equity, que ainda está em curso, e as possíveis implicações positivas para o perfil de crédito da companhia, quando analisada de forma isolada do atual controlador.

Fundo imobiliário XP Macaé assina contrato de locação com Petrobras

Fundo imobiliário XP Macaé assina contrato de locação com Petrobras; cotas sobem

SÃO PAULO – O fundo imobiliário XP Corporate Macaé (XPCM11) assinou, no último dia 8 de agosto, contrato de locação do imóvel 'The Corporate' com a Petrobras. A informação foi divulgada ao mercado nesta sexta-feira (15) em comunicado enviado pela XP Investimentos e pelo Citibank, gestora e administradora do fundo, respectivamente.

O contrato de locação, no valor de R$ 1,9 milhão, tem prazo der 10 anos. O reajuste será calculado pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), com data-base no dia 1º de outubro.

O anúncio de celebração do contrato impactou positivamente as cotas do fundo, que são negociadas em alta na BM&FBovespa. Há pouco, as cotas avançavam 2,39% vendidas a R$ 93,50.

Petrobras assinou contrato de locação do edifício 'The Corporate', localizado em Macaé (Reuters)
Petrobras assinou contrato de locação do edifício 'The Corporate', localizado em Macaé (Reuters)

The Corporate
O edifício 'The Corporate', localizado na cidade de Macaé - RJ, possui 14 pavimentos, sendo 6 de escritórios e uma cobertura de escritórios, além de 721 vagas de estacionamento e sala de convenções. A área total é de 18.640,64 m². O 'Habite-se' do edifício foi emitido pela prefeitura de Macaé no dia 18 de julho.

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De acordo com o último relatório de gestão do XP Corporate Macaé, no mês de julho foram distribuídos R$ 0,708 por cota. Com o preço da cota dia 31 de julho (R$ 92,95), este número significa um retorno de 0,76% a.m., líquido de imposto de renda.

O fundo tem mecanismo de garantia de rentabilidade de 8,50% a.a. sobre o valor da emissão até que seja efetuado o primeiro pagamento integral da locação do edifício.


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CRI da Brazilian Securities tem classificação elevada

Fonte: Uqbar

 

CRI da Brazilian Securities tem classificação elevada

A Fitch elevou de 'A+sf(bra)' para 'AA-sf(bra)' a classificação de risco da 104ª série da primeira emissão de CRI da Brazilian Securities, a Perspectiva foi mantida em Positiva. A emissão é lastreada por CCV por meio do qual a Merak Empreendimentos e Participações se comprometeu a adquirir, a prazo, o Hotel Continental, da LA Hotels Empreendimentos 2. Os fluxos utilizados para os pagamentos do CCV provêm de quatro hotéis: Continental, Copacabana e Regente e Della Volpe, localizados no eixo Rio-São Paulo. Segundo a agência, a elevação da classificação reflete o bom desempenho operacional apresentado pelos hotéis e a baixa alavancagem da operação, resultando em um índice de cobertura do serviço da dívida de 6,3 vezes, superior à expectativa inicial da Fitch. A manutenção da Perspectiva Positiva reflete a expectativa de maior fluxo de turistas para os eventos da Copa do Mundo em 2014 e da Olimpíada em 2016, melhorando ainda mais os resultados dos estabelecimentos. O principal é acrescido de juros acumulados à TR mais 10,52% ao ano, até o vencimento final da emissão, em 13 de agosto de 2018. A série é garantida pela alienação fiduciária dos quatro hotéis e das cotas da Merak e da LA Hotels Empreendimentos 2. Além disso o CRI é garantido pela cessão fiduciária dos recebíveis originados pelos hotéis junto à Cielo, em valor mínimo de 110,0% do montante da próxima parcela do CCV a ser paga pela Merak.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

CVM aceita Termo de Compromisso proposto por diretor da Eco Securitizadora

Fonte Uqbar

 

O Colegiado da CVM apreciou proposta de termo de compromisso apresentada pelo Diretor de Relações com Investidores da Eco Securitizadora de Direitos Creditórios Agronegócios, Cristian de Almeida Fumagalli, após irregularidades detectadas pela autarquia no que diz respeito à não prestação, nos prazos regulamentares, das informações obrigatórias previstas na ICVM 480, relativas aos exercícios de 2010, 2011 e 2012, pela qual é responsável. O proponente alegou que parte das irregularidades foram decorrentes da mudança, a partir de 2010, da empresa de auditoria para outra que não mais conseguiu cumprir os prazos legais estabelecidos para a entrega das informações financeiras. Contudo, informa que os atrasos não geraram qualquer dano aos acionistas da companhia, tampouco a qualquer integrante do mercado, e manifestou intenção de propor Termo de Compromisso. Após conclusão da inexistência de impedimentos para celebração do termo, o comitê de termo de compromisso, ao considerar que a proposta foi formulada antes mesmo de qualquer iniciativa pela área técnica com o intuito punitivo, entendeu que a correção das irregularidades e a quantia de R$ 35 mil representam compromisso suficiente para desestimular a prática de condutas assemelhadas. Tendo a companhia regularizado sua situação perante a CVM, o colegiado pôde deliberar por unanimidade, pela aceitação da proposta de Termo de Compromisso apresentada pelo Diretor de Relações com Investidores da Eco Securitizadora. Clique aqui para acessar o parecer do comitê.