quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Crédito imobiliário do BB cresce 21% no 2º trimestre

Crédito imobiliário do BB cresce 21% no 2º trimestre

Noticias

14/08/2013
Autor: Aline Bronzati
Fonte: Agencia Estado

SÃO PAULO – O Banco do Brasil seguiu expandindo com mais intensidade a liberação de recursos para a compra de imóveis. No segundo trimestre deste ano, o financiamento imobiliário foi destaque de crescimento da carteira pessoa física, com alta de 21,0% ante março e de 78,8% em um ano, para R$ 13,745 bilhões. Na contramão, o banco reduziu a sua carteira de crédito a veículos, que teve retração de 0,9% em junho em relação a março, para R$ 35,785 bilhões. Na comparação com o mesmo período de 2012, porém, foi visto aumento de 12,4%.

O crédito consignado avançou 2,7% em junho ante março e 13,3% na comparação anual, para R$ 62,197 bilhões. O empréstimo pessoal apresentou altas de 4,3% e 1,9%, respectivamente. Os empréstimos destinados à pessoa física do BB totalizaram R$ 161,550 bilhões no segundo trimestre, aumento de 15,9% em doze meses e de 3,3% sobre março, respondendo por 25,3% da carteira de crédito do banco. Para este ano, o banco revisou para baixo as projeções de crescimento deste público. A instituição espera que o crescimento seja de 16% a 20% ante intervalo anterior de alta de 18% a 22%, por causa da menor demanda por parte dos clientes.

Pessoa jurídica

Nos empréstimos corporativos, o destaque do segundo trimestre foi o crédito para governo que avançou 19,5% em junho em relação a março, totalizando R$ 12,751 bilhões. Em um ano, a alta chegou a 202,1%. A participação desta linha encerrou junho em 2,2% da carteira total de crédito do BB.

O crédito para pequenas e médias empresas, ao contrário dos bancos privados, cresceu 5,3% no BB em junho ante março e 24,8% em 12 meses, para R$ 94,016 bilhões. Já os financiamentos para médias e grandes empresas somaram R$ 133,722 bilhões, com aumento de 4,3% e 22,8, respectivamente.

A carteira de crédito destinada às pessoas jurídicas chegou a R$ 300,142 bilhões em junho, com elevação de 28,8% em 12 meses e 5,4% em relação a março. A expectativa do BB é que os financiamentos para empresas avancem entre 18% e 22% este ano e não mais de 16% a 20%.

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Garimpo imobiliário

Noticias

14/08/2013
Autor: Beatriz Cutait e Alessandra Bellotto
Fonte: Valor

Novos tempos para o mercado de fundos imobiliários. Depois de dois anos de euforia, a indústria tem vivido um período de desaceleração, delineado pelo menor ritmo de registro de ofertas e negociações, fuga de investidores para liquidez e, principalmente, queda nos preços das cotas. No acumulado do ano até segunda-feira, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (Ifix), que reúne os principais portfólios listados na bolsa, caía 10,4%. Seu pior momento ocorreu em junho, quando teve baixa de 7,2%. No pano de fundo, estão o início do ciclo de aperto monetário e a expectativa de estabilização do mercado imobiliário.

Esse movimento de depreciação, contudo, despertou oportunidades. Em julho, levantamento da consultoria Fundo Imobiliário mostra que o retorno médio com a distribuição de rendimentos das carteiras com foco em imóveis de renda ficou em 0,72% se levado em conta o preço da cota no último dia do mês, praticamente empatando com o CDI no período, de 0,71%. Vale lembrar que os dividendos dos fundos imobiliários são isentos de imposto de renda, enquanto a aplicação no CDI daria, na melhor das hipóteses (se descontada a menor alíquota, de 15% de IR), 0,60%.

Na visão da Rio Bravo, após a recente desvalorização das cotas, o mercado tem dado sinais de recuperação e de que os preços atuais devem se comportar sem grandes oscilações. A instituição diz acreditar que a grande pressão vendedora que influenciou negativamente a precificação das cotas dos fundos terminou junto com o semestre passado.

Para José Diniz, diretor de fundos imobiliários da Rio Bravo, o movimento dos investidores foi mais emocional que racional e os rendimentos já voltam a ficar atrativos. "Com a queda vista no mercado secundário, uma cesta de fundos estaria pagando hoje cerca de 8,4% [ao ano] e, dependendo da janela do imposto de renda, um fundo de renda fixa teria que apresentar retorno de 11,50% para justificar uma migração de ativos."

Marcelo Mello, vice-presidente da SulAmérica Investimentos, assinala que o investidor, ao ver a queda da rentabilidade dos fundos no curto prazo, muitas vezes deixa o nervosismo prevalecer e imediatamente vende sua cota. Mas essa não é a recomendação. "Há um momento em que o investidor deve manter os fundos, já que são ativos voláteis mesmo, mas com expectativa de retorno maior no médio e longo prazos. E para aqueles que não estão no mercado, essa pode ser uma oportunidade", diz.

Para Arturo Profili, sócio da gestora de fundos Capitânia, esse mercado fechou o primeiro ciclo de maturidade. "A brincadeira antiga de que um fundo imobiliário sempre subia de preço ficou para trás", diz. Hoje, acrescenta, o mercado está mais eficiente, tem mais governança. Além de um ajuste natural próprio desse tipo de fundo, que oscila conforme os juros e o mercado imobiliário, Profili destaca que o investidor começou a diferenciar os fundos, os gestores mais ou menos competentes.

Ele lembra que a grande safra dos fundos foi colocada num cenário de juro menor, menos turbulento, com percepção de preços de imóveis e aluguéis ascendentes. De seis meses para cá, a volatilidade aumentou, o juro subiu, o apetite por risco diminuiu e os preços do setor imobiliário se estabilizaram. "Há muitos fundos sendo negociados próximo ou até abaixo dos preços de lançamento", ressalta. "Mas é cem vezes mais interessante olhar agora para as oportunidade de compra do que em período de 'bull market' [mercado em alta]", diz, acrescentando que o mercado ficou mais realista.

A própria gestora finalmente passou a olhar para esse segmento, conta Profili. Segundo ele, só agora há uma amostra relevante de fundos imobiliários em bolsa, o que permite que esse segmento torne-se, de fato, uma classe de ativos. "Esse mercado começou a ficar interessante sob a ótica do investidor final, porque já é possível encontrar 5, 10, 15 fundos por subcategoria [renda, incorporação, monoativo, multiativos], permitindo a comparação", explica. Além de um número maior de fundos e escala, já há uma liquidez intermediária, diz Profili.

A Capitânia planeja lançar em outubro um fundo imobiliário para a compra de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) como uma solução mais eficiente para os seus clientes. Diferentemente de uma carteira de crédito, os rendimentos distribuídos aos cotistas do fundo imobiliários são isentos de IR para a pessoa física e investidor estrangeiro e as cotas são negociadas em bolsa. Outra vantagem é o baixo tíquete de entrada.

E como escolher entre as opções atuais? Diniz, da Rio Bravo, destaca que o perfil do investidor precisa ser levado em conta. Para aqueles sem disposição a risco, Diniz cita os fundos sem renda garantida, como carteiras com um mix de lajes comerciais e galpões, que contam com taxa de locação alta. Já para os mais arrojados, o gestor chama atenção para os fundos de rentabilidade garantida, os que mais caíram no cenário recente. "Esses pagam agora os maiores retornos, mas é preciso levar em consideração que os fundos podem não atingir a performance", diz.

Para o consultor de investimentos Sérgio Belleza, os fundos que oferecem retorno garantido estão entre os mais arriscados justamente pela incerteza se vão alcançar o desempenho estimado. "O investidor precisa ficar atento se o modelo de garantia foi construído com base em estimativas factíveis, tanto de preço de aluguéis quanto de ocupação", alerta. Ele cita o exemplo do fundo do shopping West Plaza que, durante o período de garantia, distribuiu R$ 0,83 por cota e, há cerca de um ano, vem pagando R$ 0,35. "O preço terá sido superestimado?", pergunta.

Belleza chama atenção ainda para aos efeitos de uma desaceleração maior do mercado imobiliário, que, na sua visão, ainda não atingiram os fundos. Hoje, afirma, a queda das cotas reflete principalmente a alta de juros, e não uma eventual diminuição da renda distribuída por conta de um cenário de desaceleração econômica.

Os fundos imobiliários com menos chance de sofrer uma queda nos rendimentos são os que investem em agências bancárias, acredita o consultor. Além de terem sido vendidos para a clientela dos bancos em questão, os contratos de locação são mais recentes e longos, o que minimiza o risco de mudanças. Ainda no universo das carteiras mais protegidas, Belleza destaca carteiras com grande dispersão de risco, ou seja, diversificadas.

Rossano Nonino, sócio da Gávea Investimentos, diz estar apostando em fundos com volume muito grande de caixa, aplicados em CDI, e que podem investir em imóveis com ganhos superiores ao custo de oportunidade. Nonino destaca que os fundos de logística são os que estão apresentando melhor desempenho no fundo de fundos imobiliários da Gávea, lançado ao fim de maio, e diz que ainda enxerga atratividade em fundos de CRIs.

"O investimento em logística tem sido o melhor do ponto de vista de ganho de capital. Na análise de rendimento, os fundos de CRIs estão melhores", diz o sócio, para quem a tendência deve ser mantida. Para o médio prazo, ele espera que os fundos de escritório tenham rentabilidade melhor.

Na visão de Carlos Ferrari, sócio do escritório N, F&BC Advogados – que participa da estruturação de quatro ofertas de fundos, num total de R$ 2 bilhões -, os fundos imobiliários conseguem ser atrativos mesmo em cenário de alta de juro. Isso se explica, segundo ele, porque as carteiras podem investir tanto em ativos imobiliários, que são corrigidos pela inflação, quanto em valores mobiliários indexados ao CDI, como CRIs e LCIs.

Os fundos imobiliários com foco em CRIs também tendem a ter uma remuneração melhor no ciclo de alta da Selic, destaca Ferrari, mas nesse tipo de aplicação o investidor apenas recebe juros. No caso dos fundos que combinam CRIs com imóveis, além dos juros, há a possibilidade de valorização do ativo em carteira. As cotas nem sempre refletem esse aumento de forma imediata e direta, mas quando da alienação. Por isso, alerta Ferrari, é preciso avaliar a qualidade dos ativos do portfólio.

As ofertas primárias também devem vir a mercado em condições mais atrativas, segundo os especialistas, principalmente em relação aos preços dos imóveis que farão parte das carteiras. Na visão de Nonino, da Gávea, diante da incerteza da extensão do atual ciclo de alta da taxa Selic, gestores estão represando novas ofertas de fundos imobiliários. "Ninguém quer ir ao mercado com uma taxa menor que o CDI. O mercado de IPOs deve ficar num compasso de espera provavelmente até o fim do ano, mas achamos que o ritmo vai voltar em 2014″, avalia. As novas emissões também tendem a oferecer prêmios em relação ao mercado secundário, até para atrair o investidor para um produto que ainda não tem histórico.

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Hospital da criança paga aluguel mais baixo em agosto e cotas do fundo caem quase 4%

Hospital da criança paga aluguel mais baixo em agosto e cotas do fundo caem quase 4%

SÃO PAULO - O BTG Pactual, gestor do fundo imobiliário Hospital da Criança (HCRI11B), informou ao mercado nesta quarta-feira (14) que o hospital pagou aluguel de R$ 313.473,66, em agosto (referente ao mês de julho) - menor do que nos meses anteriores.

O hospital briga na justiça para diminuir o valor do aluguel do prédio e, de acordo com despacho da ação revisional do aluguel do dia 9 de maio, o valor correto seria de R$ 392.948,51. No entanto, o hospital pagou ao fundo R$ 477.725,60 em maio, R$429.951,19 em junho e R$ 429.951,19 no mês de julho. O valor pago em agosto se refere a compensação total de R$ 79.474,85 – diferença dos valores pagos a mais nestes meses.

"A administradora entende que o valor pago nao esta de acordo com o previsto na legislação aplicável e informa que tomará as medidas necessárias para solucionar a questão", diz o comunicado do BTG. Há pouco, as cotas do fundo operavam em queda de 3,87%, vendidas a R$ 236.

Hospital da Criança, em SP (Rodrigo Paiva)
Hospital da Criança, em SP (Rodrigo Paiva)

Sobre o fundo
O fundo foi constituído com o objetivo exclusivo de adquirir o imóvel onde funciona o Hospital da Criança, em São Paulo, com vistas a sua exploração comercial através de locação ou arrendamento. O Hospital da Criança é um hospital pediátrico em funcionamento desde 1998, construído pelo Grupo NSL - Hospital Nossa Senhora de Lourdes. Em fevereiro de 2012, o Grupo D´Or comprou o Grupo NSL, que se encontrava em uma fase ruim, com alto endividamento. A transação cria expectativas quanto à melhora da administração dos empreendimentos que agora pertencem ao Grupo D´Or.



Emissões de CRI tem salto e acumulado no ano se aproxima de 2012

Fonte: Uqbar

 

Ao final do mês de julho de 2013 já são registradas neste ano um total de 57 operações de emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), as quais perfazem um montante consolidado de R$ 3,41 bilhões. Este valor de montante permanece 9,1% abaixo daquele emitido no mesmo período em 2012 (R$ 3,75 bilhões), referente a 61 operações então. Contudo, cabe ressaltar que, depois de se encontrarem bem atrás desde maio último, no final de julho os números acumulados referentes às emissões de CRI em 2013 quase alcançaram aqueles referentes às emissões em 2012 para o mesmo período.


CRI da Brazilian Securities recebe classificação preliminar

Fonte: Uqbar

A Fitch atribuiu a classificação de risco preliminar 'A-(exp)sf(bra)' à proposta de emissão de CRI da Brazilian Securities, no montante nominal de R$ 55,0 milhões. A emissão será lastreada por recebíveis decorrentes da exploração comercial do Buriti Shopping Guará. Um contrato de locação complementar foi firmado entre o Condomínio Buriti Shopping Guará e a SPE Empreendimentos Imobiliários 800. Pelo contrato, a SPE é obrigada a assumir a locação toda vez que algum contrato de locação do empreendimento for rescindido ou não for renovado. Tanto o Condomínio quanto a SPE tem como acionistas a Terral Participação e Empreendimentos, na proporção de 85,0%, e a Nassau Empreendimentos Imobiliários, na proporção de 15,0%. O principal investido será acrescido de taxa de juros equivalente ao DI mais spread de 1,4% ao ano. No momento da emissão, parte do montante captado será destinada diretamente ao pagamento integral da 90ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Securitizadora. Após quitados os CRI e liberadas suas garantias, de forma que possam ser estabelecidas a cessão fiduciária de conta e a alienação fiduciária do imóvel em favor dos investidores da emissão da Brazilian, o montante restante será liberado à Terral e à Nassau, na proporção de suas participações no shopping. Estas utilizarão os recursos para investimento em outros empreendimentos. A agência informa que a classificação de risco atribuída está atrelada principalmente ao desempenho dos aluguéis cedidos fiduciariamente a esta transação.

CVM adverte BNY Mellon por irregularidade em fundo

CVM adverte BNY Mellon por irregularidade em fundo

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) advertiu a BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM S.A. e seu diretor José Carlos Lopes Xavier por irregularidades na administração do fundo Prevtrust. O Prevtrust era um fundo de investimento em cotas de fundos da classe de renda fixa, com aplicação mínima de R$ 1 milhão e, portanto, voltado a investidores qualificados. Segundo a CVM, a Mellon desrespeitou o regulamento do fundo ao investir, de maneira indireta, a maior parte de seus ativos em cotas de fundos de direitos creditórios. O regulamento do fundo limitava a 20% do patrimônio líquido a parcela a ser aplicada em fundos de investimento imobiliário, em direitos creditórios e em cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de direitos creditórios (FIDC). No processo, a autarquia aponta que o Prevtrust tinha 95% de sua carteira investida no Fundo Master I que, na época, aplicava aproximadamente 70% de seu patrimônio em cotas do Coral FIDC Multisetorial. Assim, mais de 60% da carteira do Prevtrust estava aplicada, indiretamente, em cotas de um FIDC, ultrapassando a exposição máxima prevista no regulamento. Para a CVM, caberia à Mellon fiscalizar os serviços prestados pelo gestor terceirizado do fundo, a Aggrega Investimentos. Também deveria ter agido para corrigir o desenquadramento do Prevtrust. Já o advogado da Mellon, Luis Hermano Spalding, avalia que não houve falha porque o teto do regulamento se referia a aplicações diretas, o que não era o caso. Além disso, a defesa considera que a fiscalização por parte do administrador é limitada. "O poder de polícia só cabe à CVM. Não pode ser delegado ao administrador", disse Spalding no julgamento. Os acusados ainda podem recorrer da decisão ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN). A Aggrega Investimentos e seu diretor José Antonio Pinto submeteram uma proposta de acordo à CVM e, por isso, não foram julgados.


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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Mercado oferece boas oportunidades para a compra de fundos imobiliários

http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2013/08/mercado-oferece-boas-oportunidades-para-compra-de-fundos-imobiliarios.html

O índice que espelha o comportamento das cotas de fundos imobiliários negociadas na Bovespa acumula uma queda de 21,15% no ano (posição até o último dia 12 de agosto). No mesmo período, o Ibovespa, principal índice no mercado de ações, acumula uma queda de 17,48%.

As cotas dos fundos imobiliários sofreram um ajuste com a alta na taxa básica de juro da economia este ano. O impacto do movimento foi uma queda no preço das cotas dos fundos. Por isso, muitos analistas acreditam que há boas oportunidades hoje no mercado para comprar essas cotas.

Mas atenção aos riscos. Há fundos e fundos. O economista Luis Gustavo Cardoso diz que é importante ficar atento a dois itens na hora de escolher um fundo imobiliário: o custo e o risco da carteira.

Quando você investe num fundo pode estar:
1) emprestando dinheiro para financiar um projeto imobiliário – neste caso o risco é o devedor não honrar o pagamento do título;
2) ou se associando a um imóvel, como um shopping, por exemplo, para receber um aluguel – neste caso o risco é o inquilino ficar inadimplente.

Há uma terceira hipótese, uma carteira que reúna os dois riscos. A entrevista completa com Cardoso está aqui.

Num mundo de taxas de juro em patamares menores, embora o mercado espere novas altas até o fim do ano, nada será igual como antes. Produtos de investimento com isenção fiscal têm um apelo e tanto. E neste cenário, os fundos imobiliários são verdadeiras vedetes.