quarta-feira, 16 de abril de 2014

InfoMoney promove debate sobre fundos imobiliários com CSHG, Kinea e outros - InfoMoney

InfoMoney promove debate sobre fundos imobiliários com CSHG, Kinea e outros

SÃO PAULO – O InfoMoney promove na próxima quarta-feira (16), às 18 horas, um painel sobre fundos imobiliários com transmissão ao vivo no site.

Participarão do debate Alexandre Machado, sócio da Credit Suisse Hedging Griffo; Carlos Martins, sócio-executivo da Kinea e gestor do fundo Kinea Renda Imobiliária e dos fundos de incorporação imobiliária (Real Estate Equity); Edoardo Fina, coordenador da consultoria imobiliária Colliers; e Rodrigo Machado, diretor e sócio da XP Investimentos, responsável pela plataforma de negócios financeiros imobiliários do grupo XP.

O moderador será Paulo Colaferro, CFP, membro do IBCPF (Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros) e sócio do multi family office Taler.

Os participantes vão debater sobre o cenário atual, além de mostrar as perspectivas e oportunidades no mercado de fundos imobiliários no Brasil. Será possível enviar perguntas para os convidados por meio do chat.

Serviço:

Painel InfoMoney – Fundos Imobiliários

Data: 16 de abril

Horário: Das 18h às 20 horas

Transmissão: ao vivo no InfoMoney (www.infomoney.com.br/ao-vivo)

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Rebaixamento da Brookfield impacta classificação de sete CRI da Gaia

Rebaixamento da Brookfield impacta classificação de sete CRI da Gaia

A Fitch anunciou o rebaixamento das classificações de risco das 11ª, 16ª, 19ª, 20ª, 65ª, 66ª e 67ª séries de CRI da Gaia e da cota única do BRZ FIDC (lastreada pela 66ª série), todas elas dependentes da capacidade de pagamento da incorporadora Brookfield, de A(bra) para BBB+(bra). Em 3 de abril de 2014, a Fitch havia rebaixado a classificação de risco da Brookfield de A(bra) para BBB+(bra). Assim, as mudanças na classificação de risco da companhia impactaram automaticamente as classificações das séries de CRI e da cota de FIDC supracitadas. A agência também anunciou a colocação das 9ª e 17ª séries de CRI da Gaia em observação negativa. Tal anúncio reflete expectativa de rebaixamento, mas ainda depende da finalização, por parte da Fitch, da análise de informação atualizada sobre garantias adicionais e fluxo de caixa do lastro destas séries de CRI. Estas também dependem da capacidade de pagamento da Brookfield, de forma preponderante, mas contam com suportes adicionais de crédito, os quais são considerados na análise. A classificação da 9ª série poderá ser rebaixada em até dois graus em função do rebaixamento da Brookfield, e a da 17ª, em até três graus. Segundo a Fitch, o rebaixamento da classificação de risco da incorporadora reflete o contínuo e acentuado enfraquecimento dos indicadores de crédito da Brookfield Incorporações. A companhia continua a apresentar elevado consumo de caixa, que implica maiores pressões de refinanciamento da dívida corporativa com vencimento em 2014 e 2015. Seu resultado operacional se deteriorou ainda mais durante 2013 e a Fitch espera que a empresa apresente resultado ao final do exercício muito aquém das projeções iniciais da agência. Montantes relevantes de ajustes de custos e elevados distratos permanecem pressionando negativamente as margens operacionais da companhia, uma vez que as perdas decorrentes do processo de revisão dos custos dos projetos em desenvolvimento e de controles internos têm se mostrado bem mais intensas do que o inicialmente esperado, gerando maiores incertezas.


Fonte: Uqbar


terça-feira, 8 de abril de 2014

Moedas virtuais ou ações? — CartaCapital

Moedas virtuais ou ações?

O departamento responsável pelos impostos nos Estados Unidos, o serviço de receitas internas (IRS), decidiu na semana passada que todas as moedas virtuais em uso atualmente (entre elas Bitcoin, Dogecoin e Auroracoin) são unidades de propriedade, como ações, e não moedas para transações financeiras. O interesse principal do governo dos EUA é cobrar impostos sobre quaisquer ganhos de capital quando o dono de bitcoins fizer uma compra, agindo sobre o aumento no valor dos bitcoins. Por exemplo, se um comprador adquiriu 1 bitcoin por 50 dólares, mas agora gasta esse mesmo bitcoin para comprar um computador de 2 mil dólares, ele precisará declarar e pagar impostos sobre a diferença de 1,95 mil dólares.

O problema é a necessidade do mesmo processo para algo tão simples quanto a compra de um sanduíche com bitcoins, fazendo da declaração anual de impostos um processo infernal. E fica ainda mais insuportável por conta da decisão do IRS de tornar essa decisão retroativa, mesmo que a autoridade prometa não punir quem já tiver feito transações com moedas virtuais e consiga demonstrar ter "causa razoável" para não pagar impostos ou não registrar essas mesmas transações. Mais do que uma questão contábil, classificar as moedas virtuais como propriedade também abre brechas para processos por receptação, podendo colocar em risco em algumas jurisdições vendedores que aceitem bitcoins resultantes de ataques orquestrados por hackers, por exemplo.

Isso não significa a eliminação dos atrativos das moedas virtuais. A cidade inglesa de Hull decidiu lançar sua própria moeda virtual, a HullCoin, utilizável no pagamento dos impostos e também de serviços e produtos vendidos por empresas locais integrantes do projeto. "Nós vamos distribuir essas moedas para organizações de caridade, associações comunitárias e pequenas empresas da região. Esses grupos devem usar as HullCoins como um modo de reconhecer as atividades de pessoas como voluntários, que assim podem ter seu trabalho reconhecido", disse David Shepherdson, do conselho de administração da cidade.



Alexandre Assolini
PMKA Advogados

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Saiba quais são os investimentos com isenção de imposto de renda

Saiba quais são os investimentos com isenção de imposto de renda

Com a temporada de declaração de imposto de renda, que termina em 30 de abril, é importante levar em conta não apenas remunerações e bens, mas também os investimentos. Para isso, é importante saber quais são aqueles isentos no imposto de renda. De acordo com a Cetip, depositária de títulos privados de renda fixa, algumas opções disponíveis ao investidor pessoa física se encaixam nessa categoria: 

                                               infra.jpg



Debêntures de infraestrutura
São os títulos emitidos especificamente por empresas envolvidas em projetos de infraestrutura do País. A emissão de debêntures de infraestrutura tem se tornado cada vez mais comum no Brasil. De acordo com a Cetip, houve crescimento de 65%, de fevereiro de 2013 a fevereiro de 2014, no montante de debêntures de infraestrutura em estoque, que atingiu R$ 11,5 bilhões.

                                                          IMOVEIS.jpg

Letras de Crédito Imobiliário (LCIs)
É um dos instrumentos de renda fixa mais procurados pelo investidor pessoa física e que mais cresceram nos últimos anos, por conta de sua isenção de imposto de renda para esse público. É emitida por bancos comerciais, múltiplos e de investimento, além de sociedades de crédito imobiliário, associações de poupança e empréstimo e companhias hipotecárias, e pode ser remunerada por taxa pré ou pós fixada. As LCIs são lastreadas em créditos imobiliários. O estoque de Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) registradas na Cetip cresceu 40% em fevereiro, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 107,6 bilhões.

Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRIs)
É um título emitido exclusivamente por empresas chamadas securitizadoras. A remuneração está atrelada com o efetivo pagamento dos recebíveis que servem de lastro. Os Certificados de Recebíveis Imobiliários alcançaram R$ 45 bilhões em estoque na Cetip em fevereiro, 26% superior ao registrado no mesmo período de 2013.

                                          AGRICOLA.jpg
 
Letras de Crédito Agrícola (LCAs)
Tem muitas características em comum com a LCI. Também é emitida por instituições financeiras, porém o lastro que garante as LCAs são os recursos provenientes de financiamentos concedidos para a cadeia do agronegócio. A LCA também conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e pode ser remunerada por taxa pré ou pós fixada. A Cetip apurou aumento de 27% nos valores de LCAs em fevereiro em relação ao mesmo mês de 2013, com R$ 30,2 bilhões em estoque.

Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs)
Também são títulos emitidos exclusivamente por companhias securitizadoras e diferenciam-se do CRI por serem remunerados com recebíveis da cadeia do agronegócio. Sua remuneração pode ser pré ou pós fixada. O estoque de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) registrados na Cetip atingiu R$ 1,2 bilhões em fevereiro, 54% além do montante registrado em fevereiro de 2013.

Cade aprova venda de torre comercial da Aliansce a fundo do Kinea

quinta-feira, 3 de abril de 2014 09:13 BRT

 

SÃO PAULO, 3 Abr (Reuters) - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra da Degas Empreendimentos e Participações, do Grupo Aliansce, por fundo gerido pela Kinea Investimentos, empresa do Itaú Unibanco, conforme despacho no Diário Oficial desta quinta-feira.

 

Em documento submetido ao Cade, as companhias informaram que a Degas é uma sociedade pré-operacional, titular de direitos aquisitivos sobre uma torre comercial em Belo Horizonte (MG).

 

O imóvel era o único investimento da empresa de shopping centers Aliansce no segmento de torres comerciais para locação, sendo que a operação contemplou a compra da totalidade das ações da Degas pelo CTBH Fundo de Investimento Imobiliário.

 

As partes também informaram que a Aliansce celebrará um contrato de gestão com o fundo, mediante o qual será responsável pela administração do imóvel num primeiro momento.

 

(Por Marcela Ayres)

 

terça-feira, 1 de abril de 2014

Crédito imobiliário alcança volume de R$ 8,8 bilhões em fevereiro

Crédito imobiliário alcança volume de R$ 8,8 bilhões em fevereiro

31/03/2014 - 11h45 0

SÃO PAULO - O resultado é o mais eficiente para esse mês nos últimos 20 anos, em comparação ao mesmo período em 2013, a alta foi de 52%

Amauri Vargas

SÃO PAULO - Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) divulgou na manhã desta segunda-feira (31), que empréstimos para aquisição e construção de imóveis atingiram R$ 8,8 bilhões no mês passado, o resultado mais eficiente para esse mês nos últimos 20 anos. Em comparação ao mesmo período em 2013, a alta foi de 52%.

No primeiro bimestre deste ano, os financiamentos atingiram R$ 17 bilhões em aquisições e construção de imóveis, 36% mais do que no mesmo período do ano passado.

No acumulado de 12 meses, o montante de empréstimos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), alcançou a marca de R$ 113,7 bilhões, superando em 35% os 12 meses precedentes e registrando assim, um novo recorde.

O saldo dos depósitos de poupança no SBPE superou R$ 474 bilhões, em fevereiro, com elevação de 20% em relação ao saldo de fevereiro de 2013.

BC discute trazer ao mercado títulos imobiliários

O Banco Central participa das conversas que estão sendo comandadas pela Fazenda sobre a lei que vai instituir os covered bonds - títulos de dívida imobiliária - no Brasil, segundo Sérgio Odilon, chefe de Unidade Denor - Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC. Esses debates, conforme ele, estão em um nível bom de detalhes. Os covered bonds são tradicionais na Europa.

"Estamos discutindo os covered bonds com o governo e debatendo ajustes na lei para dar mais segurança ao instrumento. Há um nível bom de detalhes e as conversas já vêm há alguns anos", disse ele a jornalistas, após palestrar em evento em São Paulo.

Segundo Odilon, ainda não foi definido o papel que será utilizado para operação de blindagem como o covered bond ainda não foi definido. Pode ser uma letra financeira imobiliária, uma letra de crédito imobiliário, dentre outros.

Em sua palestra, Odilon lembrou ainda que embora a poupança vá continuar como uma importante fonte de recursos para o crédito imobiliário, alternativas de funding trazem segurança para instituições financeiras. Ele disse ainda que o crédito imobiliário é um excelente negócio para os bancos, pois é de longo prazo e fideliza o cliente. "Estamos batendo recorde de captação líquida na poupança, mas alternativas de funding são para introduzir mercados no crédito imobiliário. Com alternativas de fontes, bancos pequenos e médios podem mudar modelos de negócios", avaliou Odilon.

http://www.parana-online.com.br/editoria/economia/news/788008/?noticia=BC+DISCUTE+TRAZER+AO+MERCADO+TITULOS+IMOBILIARIOS