sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Vagas de estágio para estudantes de direito de 7º, 8º E 9º semestre.

O que procuramos?

ü  Estudantes de direito cursando o 7º, 8º ou 9º semestre.

ü  Pessoas que se identifiquem com os valores do escritório.

 

O que PMKA oferece?

ü  Um ambiente de trabalho leve, informal e descontraído.

ü  Uma mentalidade DIFERENTE dos demais escritórios.

ü  Bolsa auxílio compatível com o mercado.

ü  Vale refeição.

ü  Vale transporte.

ü  Bônus Semestral.

 

Entrem no nosso site www.pmka.com.br

 

Os interessados podem mandar o seu CV para universitario@pmka.com.br

 

VAGA PARA FINANCEIRO | PMKA ADVOGADOS

VAGA PARA FINANCEIRO | PMKA ADVOGADOS

 

O que procuramos?

ü  Assistente financeiro com experiência em contas a pagar e contas a receber.

ü  Conhecimento em contabilidade.

ü  Usuário do sistema Sisjuri  (TOTVS / Juritis).

ü  Experiência em escritório de advocacia será um diferencial.

ü  Pessoas que se identifiquem com os valores do escritório.

 

O que PMKA oferece?

ü  Um ambiente de trabalho leve, informal e descontraído.

ü  Uma mentalidade DIFERENTE dos demais escritórios.

ü  Salário compatível com o mercado.

ü  Vale refeição.

ü  Vale transporte.

ü  Plano de Saúde.

ü  Seguro de vida

ü  Bônus Semestral.

Entrem no nosso site www.pmka.com.br

 

Os interessados podem mandar o seu CV para smr@pmka.com.br

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Família fundadora da Anhembi Morumbi cria incorporadora

Família fundadora da Anhembi Morumbi cria incorporadora

Por Chiara Quintão | De São Paulo

 

Angela Freitas assume o comando da companhia com um banco de terrenos correspondente ao VGV de R$ 2,5 bilhões

 

A família fundadora da Universidade Anhembi Morumbi está entrando no ramo de incorporação de imóveis para venda, por meio da Gamaro Desenvolvimento Imobiliário. A nova incorporadora nasce com banco de terrenos correspondente ao Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 2,5 bilhões a serem lançados no período de cinco anos. O primeiro lançamento tem VGV de R$ 340 milhões e será feito em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, após as eleições.

À frente da Gamaro está Angela Freitas, filha de Gabriel Rodrigues - atualmente presidente do conselho de administração da Kroton - e especializada em mercado imobiliário, com atuação nos prédios da Anhembi Morumbi e em imóveis de outros grupos educacionais, além do ramo hoteleiro.

A partir de 2015, a incorporadora pretende lançar de dois a três projetos por ano, no total de R$ 500 milhões. Inicialmente, a atuação da incorporadora será concentrada na capital paulista e no seu entorno.

Os terrenos da Gamaro pertenciam à empresa patrimonial da família, fundada para administrar os imóveis da Universidade Anhembi Morumbi e que estendeu sua atuação para construir imóveis sob medida para locação para o setor de educação. O banco de áreas com perfil de projetos de incorporação foi formado a partir de parcelas de terrenos não utilizadas nos projetos de renda e de oportunidades de aquisições nos últimos anos.

Ao reunir terrenos e experiência no mercado imobiliário, a família decidiu criar uma empresa com foco em incorporação que vai atuar, principalmente, no segmento residencial de médio e alto padrão (80% dos projetos), além de imóveis corporativos e salas comerciais (demais 20%).

Da experiência da família no setor de educação, a presidente da Gamaro conta que leva para a incorporadora a visão de longo prazo, a busca de qualidade e o otimismo. Neste cenário macroeconômico de mais cautela, além de mirar o longo prazo, a nova companhia aposta na localização de seus terrenos - alguns em áreas nobres da capital paulista, como a Vila Olímpia -, e em produtos "melhores" para disputar o mercado, de acordo com a executiva.

Todos os projetos a serem desenvolvidos nos terrenos que a empresa possui na cidade de São Paulo foram protocolados conforme as regras do antigo Plano Diretor da capital. "Nossos terrenos estão muito bem localizados. Podemos lançar produtos mais competitivos num momento de mercado mais seletivo", diz o diretor de incorporação da Gamaro, Vinicius Amato. Alguns projetos começaram a ser desenvolvidos há mais de dois anos.

A Gamaro Desenvolvimento Imobiliário tem 30 pessoas em seu quadro de pessoal. A área de back-office - que abrange contas a pagar e a receber e controladoria - será compartilhada entre a incorporadora e a empresa patrimonial com o objetivo de economia de custos.

A GMR Participações, empresa patrimonial, passará a se chamar Gamaro Participações e dará início, em breve, à construção de seu primeiro projeto de hotel.

A Kroton não tem participação nem na Gamaro Desenvolvimento Imobiliário ou na Gamaro Participações.

http://www.valor.com.br/empresas/3691172/familia-fundadora-da-anhembi-morumbi-cria-incorporadora#ixzz3D0O2IFbc

 

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Brazil Covered Bonds Boosting Housing Key to Election: Mortgages

Wednesday, September 10, 2014

 

Sept. 10 (Bloomberg) -- Brazil President Dilma Rousseff, who has championed affordable housing since taking office in 2010, is turning to the international bond market for real- estate funds in the final weeks of her re-election campaign.

 

Finance Minister Guido Mantega said last month that Brazilian banks will be allowed to sell covered bonds -- financing pioneered in Europe to fund home loans. Banks can borrow more cheaply using the securities because mortgages provide additional collateral, giving homebuyers lower rates.

 

Rousseff, 66, frequently touts her signature program, My House, My Life, in a presidential race in which she lags behind her opponent in polls. As the program adds to the budget deficit, now at a seven-year high, the bonds will provide another financing source for banks, which rely on deposits and government loans to provide mortgages.

 

“It is necessary to create alternative sources of funding for the housing sector and it makes sense for this government to do it while it still is in office,” said Octavio de Lazari Jr., a deputy director at Sao Paulo-based Banco Bradesco SA and president of Abecip, an association of real-estate lenders.

 

Banks could issue a total of almost 200 billion reais ($89.6 billion) in a decade, according to Alexandre Assolini Mota, a partner at PMKA Advogados in Sao Paulo who specializes in real estate law. The securities probably would draw interest from Brazilian institutional investors such as pension funds, he said.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Alckmin assina PPP para construção de três hospitais

 

02/09/2014
Autor: Exame 
Fonte: Exame


São Paulo – O governador Geraldo Alckmin (PSDB) assinou nesta segunda-feira, 01, contrato para a construção de três hospitais.
São eles: Hospital Estadual de São José dos Campos e Hospital Estadual de Sorocaba, no interior, e Hospital Estadual Pérola Byington, para saúde da mulher, na capital paulista.
Todos serão erguidos no modelo de parceria público-privada (PPP), a um custo estimado de R$ 772,2 milhões. A vencedora da licitação foi a Construcap CCPS Engenharia e Comércio S/A, que tem 36 meses para entregar as obras.
Quando prontos, os novos hospitais oferecerão 646 leitos e terão capacidade para realizar 3 mil atendimentos ambulatoriais por dia.
O novo prédio do Pérola Byington, que hoje funciona em imóvel alugado no centro da cidade, será construído em plena Cracolândia e ajudará, segundo Alckmin, a revitalizar a região.
A unidade ficará no cruzamento da Avenida Rio Branco com a Rua Helvétia.

 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Instrumento pode frear venda de carteira

Instrumento pode frear venda de carteira | Valor Econômico

Instrumento pode frear venda de carteira

Embora vista como positiva, a criação da letra imobiliária garantida (LIG) pode desestimular outras formas de captação, segundo especialistas da cadeia de securitização. O instrumento mais ameaçado seria justamente a venda de carteiras de crédito a investidores no mercado de capitais. Para os bancos, no entanto, ambos devem coexistir.

O estoque de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), que representam créditos vendidos no mercado, somava R$ 50 bilhões no fim de julho, de acordo com a Cetip. Os principais detentores dos papéis, no entanto, são os próprios bancos, que compram CRI para compor o direcionamento de 65% de recursos da poupança para o crédito imobiliário. "No exterior, os dois instrumentos convivem bem, mas aqui a securitização ainda não é consolidada", diz Rodrigo Machado, sócio da XP Investimentos.

Para o executivo de um grande banco de varejo, as duas formas de captação podem conviver. "A venda definitiva de uma carteira é diferente de apenas usá-la como lastro", diz.

A LIG deve ser complementar à Letra de Crédito Imobiliário (LCI), outro instrumento com lastro em crédito imobiliário, em que não há a incidência de imposto para pessoa física. As diferenças estarão nos prazos. Para a LIG, o benefício fiscal só vale para captações acima de dois anos. O estoque de LCI é da ordem de R$ 130 bilhões

Outro ponto importante para o sucesso da LIG entre investidores estrangeiros é como será apresentada a qualidade da carteira que serve de lastro para a emissão aos estrangeiros. No exterior, há uma série de parâmetros que guiam essa apresentação. A supervisão dessa garantia por um agente independente é outro tema em discussão.

Recurso captado com novo título imobiliário deve ter aplicação livre

Recurso captado com novo título imobiliário deve ter aplicação livre | Valor Econômico

Recurso captado com novo título imobiliário deve ter aplicação livre

Os recursos captados pela letra imobiliária garantida (LIG), novo título bancário anunciado na semana passada pelo governo, não necessariamente terão de ser destinados para novas operações de crédito imobiliário, pelo que consta na versão preliminar da norma a qual o Valor teve acesso. O instrumento vai contar com isenção fiscal para os investidores estrangeiros, benefício que já estava previsto para o aplicador local.

Caso o dinheiro não seja "carimbado", a decisão contraria o que pediam as associações ligadas ao setor de construção, que defendiam o direcionamento mandatório dos recursos obtidos com o papel para novos empréstimos habitacionais. Com isso, o instrumento ficará parecido com a atual letra de crédito imobiliário (LCI), que também não tem destinação definida.

Sobre o benefício fiscal, a avaliação é que o papel só se tornaria verdadeiramente atraente com a isenção do IR. Caso contrário, os títulos públicos, que já têm o benefício para estrangeiros, seguiriam imbatíveis. O incentivo na LIG só será válido para emissões com prazo médio de pelo menos dois anos.

A letra garantida é a versão brasileira do "covered bond", título emitido por um banco com a garantia adicional de uma carteira de crédito imobiliário, que fica separada dos demais ativos da instituição. Ou seja, se o banco quebrar, os detentores do papel não precisam entrar na fila dos demais credores para ter acesso a essa carteira. No exterior, as captações via "covered bonds" somam quase € 3 trilhões.

A LIG abrirá uma nova frente de captação, mais barata e de longo prazo, para as instituições financeiras, incluindo as de médio porte. Entre os grandes bancos, a percepção é que os recursos captados com a LIG não devem ser, porém, usados na concessão de crédito habitacional, pelo menos inicialmente. A criação de um instrumento de captação para o financiamento de longo prazo é demanda antiga, mas chega num momento em que alguns dos principais nomes do varejo financeiro contam com sobra de recursos da caderneta de poupança, principal fonte de recursos para os empréstimos imobiliários.

A alta na taxa básica de juros também deve limitar o uso da LIG no crédito habitacional, pois torna o instrumento menos competitivo que o funding da poupança, com base na taxa referencial (TR). A expectativa, porém, é que o cenário mude no médio prazo.

"Ou a taxa de juros cai ou o funding da poupança acaba, o que levará obrigatoriamente os bancos a direcionar os recursos da LIG para o crédito imobiliário", diz o executivo de um grande banco. Para ele, é positivo que o instrumento seja criado antes que haja real necessidade, para que os bancos possam testá-lo. Segundo seus cálculos, essa necessidade só deve vir no começo de 2016.

"A criação da LIG abre espaço para que, no futuro, o governo vá reduzindo o direcionamento de recursos da poupança para o crédito imobiliário", diz o diretor de uma grande banco privado.

Para os bancos médios, os benefícios da criação da LIG devem aparecer mais rápido. Isso porque, pela proposta discutida com o governo, as instituições podem usar não só o crédito para aquisição de imóveis como garantia da LIG, mas também as linhas de crédito pessoal que usam o imóvel como garantia ("home equity").

Como essa modalidade cresce entre instituições de médio porte, como Intermedium, Banco Pan e Banco Votorantim, são elas que podem se beneficiar com a emissão de LIG com tal lastro. "É uma chance de um banco médio ter uma captação com uma classificação de risco melhor que a da própria instituição", afirma executivo do setor.

A versão preliminar da norma contempla a possibilidade de os bancos emitirem LIG com correção por variação cambial. Ao lado da isenção de IR, a medida é apontada como atrativo importante para investidor estrangeiro.

"O custo de captação dos covered bonds brasileiros poderá ser inferior ao observado nos instrumentos de captação de longo prazo disponíveis no mercado atualmente", afirma Isabella Rosa Silva, em monografia escrita quando era assessora do Banco Central, disponível no site da instituição.

Pela proposta preliminar de criação da LIG, os bancos poderão emitir títulos em várias séries vinculados a uma única carteira de garantias, desde que o valor dos créditos que dão lastro aos papéis seja pelo menos 5% superior ao das letras emitidas. A norma também deverá contemplar a realização de ofertas públicas do papel, mas o tema ainda deve passar pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).