sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

CMN Aprova Aumento de Teto a R$ 1,5 mi em Compra de Imóveis pelo SFH

CMN aprova aumento de teto a R$ 1,5 mi em compra de imóveis pelo SFH

Valor Econômico | http://www.valor.com.br/financas/4872586/cmn-aprova-aumento-de-teto-r-15-mi-em-compra-de-imoveis-pelo-sfh

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a elevação para R$ 1,5 milhão no limite máximo de avaliação de imóveis para fins de contratação de financiamento no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). A regra define que o novo limite máximo vale para operações de financiamento para a compra de imóveis novos contratadas entre 20 de fevereiro de 2017 e 31 de dezembro de 2017.

O Valor apurou, no entanto, que, embora, formalmente, a decisão do CMN tenha um prazo, não há obrigação ou compromisso por parte do governo em reduzir esse limite novamente a partir de janeiro de 2018.

Pela decisão do CMN, o novo valor de avaliação é aplicável apenas para a aquisição de imóveis residenciais novos, valendo de forma uniforme para todas as regiões. Em comunicado após a reunião extraordinária do CMN, o Ministério do Planejamento informou que "o novo valor de avaliação tem vigência temporária". No entanto, a medida será reavaliada depois desse prazo, mas não necessariamente expirará automaticamente.

Antes, o valor máximo do imóvel era de R$ 950 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal e de R$ 800 mil nas demais regiões do país.

 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Meirelles: Limite de Compra de Imóvel com FGTS Subirá a R$ 1,5 Milhão

Meirelles: limite de compra de imóvel com FGTS subirá a R$ 1,5 milhão

Valor Econômico | http://www.valor.com.br/brasil/4871344/meirelles-limite-de-compra-de-imovel-com-fgts-subira-r-15-milhao

SÃO PAULO  -  O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse na noite desta quarta-feira que o governo vai elevar o limite para a compra de casa própria com recursos do FGTS para R$ 1,5 milhão.

Em novembro de 2016, o governo havia elevado o limite de 750 mil para 950 mil reais em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal, e de 650 mil para 800 mil nos demais Estados.

Meirelles deu a declaração em entrevista à GloboNews, a partir das 23h30.

“Essa medida vai beneficiar muito a classe média”, afirmou Meirelles, sem citar um prazo para a ampliação do limite.

Meirelles lembrou que o governo anunciou na terça-feira a liberação das contas inativas do FGTS, que estavam inacessíveis para uso dos titulares de contas pelo regulamento que rege o FGTS. A medida deve injetar cerca de R$ 30 bilhões na economia

Meirelles também abordou a questão dos juros elevados no Brasil e afirmou que o governo trabalha no aprimoramento das regras de alienação fiduciária, mecanismo que permite ao emprestador tomar bens de quem pega empréstimo de forma mais rápida e barata.

Segundo Meirelles, facilitar a tomada de bens ajuda a baixar os juros porque reduz o risco das operações para quem empresta. “Mexer nesse mecanismo ajudará não só na compra de imóveis, mas também para a tomada de empréstimos pelas empresas”, afirmou o ministro.

Meirelles também respondeu a perguntas sobre o ajuste fiscal defendido pelo governo como algo que “os brasileiros vão entender”.

Segundo o ministro, a população está pensando em emprego, inflação e renda, e o ajuste fiscal é parte do processo para melhorar essas variáveis.

Ele afirmou que o desemprego, que hoje atinge cerca de 14 milhões de brasileiros, deve começar a cair já no segundo semestre de 2017. “Entraremos em 2018 com queda no desemprego. Será perceptível para a população”, disse.

O ministro afirmou que o termo ajuste fiscal não significa “tirar do bolso das pessoas”, mas sim trabalhar por um governo eficiente. “A população quer governos eficientes, menores, que funcionem e façam o essencial”.

Sobre a reforma da Previdência, Meirelles defendeu o projeto afirmando que, hoje, as pessoas que ganham menos já se aposentam com 65 anos porque são vítimas da informalidade e não conseguem acumular 35 anos de contribuição. “Para quem ganha mais, de fato vai mudar. Terá de trabalhar mais”, concordou o ministro.

Meirelles também abordou o projeto que está no Congresso sobre terceirização. “Um dos grandes problemas do Brasil é a complexidade das leis trabalhistas. O projeto tem de ser aprovado da forma ampliada, mais flexível, para o Brasil crescer”, afirmou ele, dando a entender que apoia a ideia da terceirização inclusive da atividade-fim das empresas, o que os sindicatos condenam.

Quando questionado sobre a possibilidade de o governo não cumprir a meta de superávit primário de 2017 por uma eventual frustração de receitas, Meirelles disse ser “prematuro” falar em frustração.

“Sabemos que a receita cai mais quando o PIB cai, e sobe mais quando o PIB sobe. E nós temos a expectativa de crescer em 2017. Por isso é prematuro falar em como ficarão as receitas”, disse.

Para Meirelles, ao fim de 2017, o Brasil terá crescido 2% sobre o fim de 2016.

Sobre inflação, Meirelles disse que defende a ideia da revisão da meta, hoje em 4,5% ao ano, mas que é preciso acompanhar os preços para se tomar uma decisão sobre isso. “A revisão da meta de inflação deve ser discutida na reunião do CMN [Conselho Monetário Nacional] de junho, mas teremos de ver como estará a inflação na época”, completou.

 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Log Retoma IPO e Pode Captar R$ 800 Milhões

Log retoma IPO e pode captar R$ 800 milhões

Valor Econômico | http://www.valor.com.br/financas/4869418/log-retoma-ipo-e-pode-captar-r-800-milhoes

Depois de não levar adiante seu lançamento inicial de ações (IPO) no segundo semestre do ano passado, a Log Commercial Properties - subsidiária de propriedades comerciais da MRV Engenharia - protocolou novo pedido de oferta de seus papéis na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Segundo o Valor apurou, a oferta que será realizada no Novo Mercado terá valor em torno de R$ 800 milhões, com possibilidade de aumentar caso sejam exercidos os lotes adicional e suplementar de ações.

A oferta será coordenada por Bradesco, Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Banco Brasil Plural.

Metade dos recursos será utilizada para investimentos da Log, e os outros 50% para redução da dívida da companhia. No fim de 2016, a Log tinha um endividamento líquido de R$ 842,143 milhões, abaixo do R$ 1,053 bilhão do encerramento do terceiro trimestre. A melhora resultou de aumento de capital de R$ 250 milhões, que possibilitou pagamento de dívidas de R$ 119 milhões no quarto trimestre e vai financiar os investimentos de 2017.

A alavancagem medida por dívida líquida sobre patrimônio líquido ficou em 47% em dezembro.

Havia a expectativa que a Log captasse recursos no mercado acionário em setembro de 2016, mas a companhia preferiu postergar a oferta para evitar risco de discussão de preço com investidores e para realizar a operação em um cenário político e econômico mais definido, conforme o Valor apurou. Desde então, os fundamentos para o setor de propriedades comerciais melhoraram, com queda da taxa de juros e redução do custo de construção.

A companhia tem 50.850.649 ações ordinárias e capital social de R$ 1,003 bilhão. Na semana passada, foi aprovado um agrupamento de ações da Log na proporção de 4 para 1.

Em 2016, a Log teve lucro líquido atribuível aos acionistas controladores de R$ 35,65 milhões -107,3% acima do registrado no ano anterior. A receita líquida da companhia aumentou 4,2%, para R$ 96,774 milhões. No quarto trimestre do ano passado, o lucro caiu 26,3%, para R$ 10,19 milhões, e a receita cresceu 1,5%, para R$ 24,52 milhões.

No fim do ano passado, a Log tinha uma área bruta locável (ABL) entregue de 654.546 metros quadrados, em 18 cidades, de oito Estados, sendo 636.831 metros quadrados de galpões e o restante de imóveis de varejo. O portfólio potencial é de 1,6 milhão de metros quadrados de ABL, com projetos em 25 cidades de nove Estados. A companhia informou uma vacância física histórica ajustada de 13,5% no quarto trimestre.

Este começo de ano tem se mostrado agitado para as ofertas de ações. Três operações já foram concluídas com sucesso desde janeiro. A empresa de medicina diagnóstica Hermes Pardini e a locadora de veículos Movida fizeram sua estreia na bolsa de valores, enquanto o grupo de concessões de infraestrutura CCR realizou uma oferta subsequente para abastecer seu caixa de recursos e participar de leilões de novos projetos. Essas transações movimentaram juntas cerca de R$ 5,5 bilhões. Uma das candidatas a estrear na bolsa, porém, teve seu projeto frustrado: a também locadora de veículos Unidas acabou desistindo do IPO depois de não encontrar demanda por seus papéis. (Colaborou Carolina Mandl)

 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Viver terá financiamento de R$ 20 milhões

Viver terá financiamento de R$ 20 milhões

Valor Econômico |

http://www.valor.com.br/empresas/4862166/viver-tera-financiamento-de-r-20-milhoes

A Viver Incorporadora fará duas captações como suporte ao seu plano de recuperação judicial e à sua intenção de retomar lançamentos a partir de 2018. Ontem, o conselho de administração da Viver aprovou financiamento de R$ 20 milhões pela gestora Paladin, sua maior acionista. Trata-se de empréstimo na modalidade DIP (debtor in possession financing) - voltada para empresas em recuperação judicial. A liberação de R$ 4 milhões ocorreu ontem.

Procurada pelo Valor, a Viver não se manifestou sobre o assunto.

Segundo informou a companhia, em documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os recursos vão contribuir para a manutenção de suas atividades e superação da "momentânea crise econômico-financeira que vem enfrentando e que produziu um estrangulamento em seu capital de giro". De acordo com a Viver, ainda que os R$ 20 milhões sejam fundamentais para seu fluxo de caixa, não agravam, significativamente, seu endividamento.

Conforme laudo econômico-financeiro da auditoria independente GSA, os recursos são "primordiais para a continuidade da companhia no curto prazo" e serão direcionados para pagamento de despesas correntes relacionadas a projetos e folha salarial.

A Viver apresentou, nesta semana, 17 planos de recuperação judicial, no valor total de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, incluindo passivos com bancos e fornecedores e dívidas trabalhistas. A recuperação abrange plano principal - para a holding e 48 projetos sem patrimônio afetado - e 16 planos individuais para as Sociedades de Propósito Específico (SPEs) com patrimônio de afetação. A companhia espera aprovar seus planos de recuperação ainda neste ano e completar o ciclo até 2019.

A Viver pretende retomar, gradualmente, lançamentos a partir do próximo ano. Há projeção de lançar R$ 75 milhões em 2018, R$ 130 milhões em 2019, R$ 168 milhões em 2020 e R$ 205 milhões em 2021, quando pretende captar R$ 80 milhões para dar suporte ao seu plano de apresentação dos projetos ao mercado. Os recursos serão utilizados na aquisição de terrenos e em despesas operacionais e de marketing.

A incorporadora considera viável vender até cinco unidades do estoque por mês. Isso significa a necessidade de pelo menos 19 meses para extinguir esse volume remanescente. A estimativa desconsidera a entrega de estoque como dação em pagamento e deduz as despesas de comissão.

 

JFL alça voo solo no mercado imobiliário

JFL alça voo solo no mercado imobiliário

Valor Econômico |

A JFL Realty, de Jorge Felipe Lemann, - que era sócia capitalista da gestora imobiliária KSM Realty e responsável pela gestão de seus fundos - acaba de cindir a parceria e vai alçar voo solo, segundo o Valor apurou. Conhecido como Pipo, o filho de Jorge Paulo Lemann aposta, na nova fase da JFL, em investimentos contracíclicos para desenvolver ativos imobiliários neste momento em que o setor ainda não voltou a crescer. Procurado pela reportagem, Lemann não comentou o assunto.

O principal foco da JFL será desenvolver imóveis residenciais para renda por meio de aluguel. O empresário tem experiência de mais de dez anos como conselheiro da São Carlos Empreendimentos e Participações - companhia de propriedades comerciais da qual é um dos controladores. A JF poderá ter sócios nos empreendimentos, desde que mantenha o controle.

Com o aumento das restrições de crédito imobiliário nos últimos anos, parte de quem pretendia comprar imóveis passou a recorrer ao aluguel. Algumas empresas apostam também que mais consumidores vão abrir mão de possuir um imóvel em troca de mobilidade. A esses fatores se soma, de acordo com fonte, a possibilidade de compra de terrenos pela JFL, em regiões consideradas nobres na cidade de São Paulo, a preços mais atrativos do que há alguns anos.

Carolina Burg, que também deixa a KSM, é sócia de Lemann na JFL, da qual ele é majoritário. Em 2015, os dois tinham se associado à KSM - gestora criada a partir de parceria de Oscar Segall, um dos fundadores da Klabin Segall, com o banco Modal - após deixarem o Banco Brasil Plural. Guilherme Vilazante, que foi analista do setor por mais de dez anos, passando por UBS, Barclays e Eleven Financial Research também fará parte da equipe. Carolina e Vilazante não quiseram comentar o assunto.

A JFL está captando com investidores institucionais estrangeiros fundo de até US$ 200 milhões, com foco em empreendimentos "long stay" - prédios com serviços destinados a hospedagem por períodos mais longos. A intenção é desenvolver cinco projetos residenciais premium para renda na capital paulista.

O primeiro será erguido em terreno da avenida Rebouças, perto da Faria Lima. A área foi comprada em permuta e com parte da fatia de aportes comprometida pela JFL com o fundo. Serão 150 apartamentos premium para locação, além de quatro andares comerciais e um corredor de lojas no térreo. O permutante receberá duas lajes comerciais. A recém-constituída Customized Assistance Singular Apartment (Casa), da própria JFL, vai administrar o prédio, cuja entrega está prevista para 2019.

Há outros dois terrenos, na capital paulista, dos quais a JFL tem opção de compra. Em Campinas, a gestora participa, juntamente com a Iron Capital, do bloco de controle da incorporação de projeto de uso misto - residencial e comercial - para venda, que abrange a reforma da Santa Casa e que também tem os permutantes do terreno na sociedade.

 

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

PMKA é mais uma vez reconhecido pelo ranking internacional The Legal 500 Latin America




The ten-partner practice at PMKA Advogados ‘stands out for its deep real estate industry knowledge, which translates into high-level advice and recommendations throughout execution’. Its diverse expertise spans advisory, transactional, finance, tax and contentious real estate matters. Among its recent mandates, practice head Fernando Maximiano advised Brookfield Property Group on the development of an office tower in Rio de Janeiro to be leased to L’Oréal Brasil. Timberland investment is another area of strength. Other names to note include finance and capital markets specialists Alexandre Assolini Mota and Juliano Cornacchia, who have strong experience on the issuance of mortgage-backed securities (MBS). The department includes a pool of ‘very committed’ associates.